Datas / horários
Até setembro de 2027 Terça a domingo das 10:00 às 17:00
Oficina
Visita Temática
Visita-jogo
Esta programação está estruturada em visitas-jogo, visitas-jogo-oficina, visitas-oficina, visitas temáticas e está assente em metodologias ativas e práticas inclusivas. A mediação no espaço expositivo potencia a compreensão, reflexão e a construção do conhecimento. As atividades e aprendizagens em contexto não formal têm como objetivo dar a conhecer diferentes olhares e interpretações das obras, bem como fazer uma abordagem à história da arte dos séculos XX e XXI, com passagem pelos principais movimentos artísticos (complementares às aprendizagens essenciais de diferentes disciplinas de educação formal), e ainda uma abordagem à Arquitetura.
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico privacidade@ccb.pt
Terceiro Ciclo
📍 Ideias de modernidade
Visita-jogo e Visita-oficina – 2h
Nem sempre a ideia de «moderno» que os alunos trazem se relaciona com as ideias de modernidade da arte da primeira metade do século XX.
O que é o abstrato?
As revoluções políticas trazem revoluções artísticas? Como é que as grandes guerras influenciaram os artistas? Que transformações é que a ideia de máquina promoveu nos materiais e linguagens artísticas? Muitos artistas modernos como Picasso, Duchamp, Mondrian, Dalí, Vieira da Silva e Warhol, entre tantos outros, trouxeram transformações significativas da ideia de obra de arte, relacionando a sua modernidade com uma sociedade em construção no pós-revolução industrial. Numa lógica de construção e participação, vamos criar hiperligações entre as obras de arte analisadas no nosso núcleo de arte moderna e as ideias de modernidade que encontramos em todas elas.
↘ Exposição: Uma deriva atlântica. As artes do século XX a partir da Coleção Berardo
Conceção Fabrícia Valente
📍 Ideias interlaçadas
Visita-jogo e visita-oficina – 2h
Como viajamos por uma exposição e entendemos que muitas ideias de interlaçam? Construímos relações entre obras pelos temas, pelos materiais, pelas linguagens e, sobretudo, pelo pensamento. Ao longo do núcleo de arte contemporânea, há espaço e abordagens artísticas para enlearmos novelos diferentes, sempre na sugestão de que a partir de uma ideia nasce outra. Com uma lógica entre o táctil, o cromático e o mental, tecemos, através das obras de arte, a nossa teia de relações em torno dos complexos tempos atuais.
↘ Exposição: «May I Help You? Posso Ajudar?» Artes e artistas da década de 1970 em diante
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte: lugar de perguntas
Visita-jogo e visita-oficina – 2h
A partir da arte moderna, o museu assiste diariamente ao espanto, à indignação, ao questionamento do que é uma obra de arte. Em tempos de tantas transformações sociais e artísticas, as perguntas e inquietações trazidas pelos artistas foram muitas — e ainda hoje elas ecoam no espectador. No museu, mais do que encontrarmos respostas, fazemos novas perguntas a partir das que nos chegam com as obras de arte. Perante a indignação que determinados objetos nos podem trazer, a controvérsia dos temas, as múltiplas direções que a arte tomou em tão pouco tempo, que pensamentos nos surgem? Será que as perguntas do início da visita serão as mesmas no final? Vamos discutir preconceitos e estimular a oportunidade de debater, também, com a obra de arte, em diálogos que, entre muitas outras coisas, serão espaço de provocação e ironia.
↘ Exposição: Uma deriva atlântica. As artes do século XX a partir da Coleção Berardo
Conceção Fabrícia Valente
📍 A arte ajuda?!
Visita-jogo e visita-oficina – 2h
A arte contemporânea proporciona momentos de debate e reflexão sobre os nossos tempos: o nosso papel na sociedade, a relação com valores e ideologias diferentes das nossas, os confrontos interculturais e intergeracionais…
A partir da exposição «May I Help You? Posso Ajudar?» e da coleção contemporânea do museu, onde há espaço para muitos lugares de fala, vamos construir um mapa/território de possibilidades de relação e de empatia entre as ideias trazidas por artistas de diferentes geografias e os assuntos que os alunos relacionem com cada momento. Saindo da exposição, vamos tratar não a questão do gosto, mas sim o nosso posicionamento no mundo.
↘ Exposição: «May I Help You? Posso Ajudar?» Artes e artistas da década de 1970 em diante
Conceção Fabrícia Valente
📍 As musas do museu
Visita-jogo – 1h30
De onde vem a palavra «museu»? Qual a diferença entre artista e musa? Porque é que existem menos grandes artistas mulheres que artistas homens? Nesta atividade vamos conhecer as estórias da arte que hoje fazem a história da arte, mas que ficaram esquecidas durante muito tempo. Vamos descobrir artistas (homens e mulheres), as suas relações, obras e legados, e descobrir o que significam as palavras «reconhecimento» e «representação». Nesta atividade lúdico-pedagógica, vamos partilhar ideias sobre papéis de género e a importância da igualdade a partir das obras do museu.
Conceção Marília Pascoal e Patrícia Trindade
📍 Pensar sobre habitar
Visita-jogo e visita-oficina – 2h
Das nossas casas às cidades, dos espaços privados aos espaços públicos, da tradição à contemporaneidade; que linguagens, políticas, formas e materiais caracterizam os espaços que habitamos? Como é que a arquitetura condiciona o nosso dia a dia e bem-estar? Entre olhares históricos, científicos, utópicos e poéticos, pensamos em conjunto sobre as muitas formas de habitar. Num mundo cada vez mais exigente, é fundamental problematizar as relações entre corpo e espaço, da escala doméstica à global. As exposições temporárias do Centro de Arquitetura servem de alicerce às nossas dinâmicas de análise e reflexão.
↘ Exposições do Centro de Arquitetura
Conceção Fabrícia Valente
📍 Esquiçar / errar / construir
Visita-oficina – 2h
O desenho é uma ferramenta de trabalho, um veículo de comunicação, uma linguagem artística, um gesto — muitos universos em simultâneo. Desenhar permite passar por dinâmicas de esquiço, de erro, de liberdade, de construção. Esta oficina é pensada para, através de uma seleção de autores e obras, criar momentos de desenho no espaço expositivo, propondo exercícios que poderão abordar diversas temáticas: o desenho enquanto permissão para o erro; o desenho como escrita; o desenho como ensaio/esquiço; o desenho como construtor de espaço (volume); o desenho técnico (geometria, rigor, relação possível com a arquitetura); ou o desenho digital (tão presente no discurso e nos media das novas gerações). Trata-se de uma visita construída para ser desenhada.
Conceção Fabrícia Valente
📍 A arte de braço dado com as ciências
Visita-jogo – 1h30
Como podemos relacionar-nos com a arte moderna sem percebermos o que foi a Revolução Industrial? E como podemos perceber a pintura do século XX sem falarmos do desenvolvimento da fotografia? Como podemos abordar múltiplos olhares sem compreendermos que a noção de tempo e velocidade mudaram o paradigma? E a geometria e a matemática — onde cabem no entendimento do mundo? O que dita a física dos materiais às obras de arte? E a teoria da cor, como nos transforma o mundo visível? A obra de arte é sempre o centro do nosso discurso, mas vamos caminhar de braço dado com temas das ciências.
Conceção Fabrícia Valente
MarcaçãoSecundário
📍 As vanguardas artísticas e suas (des)construções
Visita-temática – 1h30
A partir das vanguardas artísticas presentes na exposição Uma deriva atlântica, o nosso núcleo de arte moderna, vamos acompanhar o desenvolvimento do mundo através dos movimentos, manifestos e obras que os artistas nos trazem. Aqui, encontramos ideias revolucionárias e obras de arte desafiantes que, quando confrontadas com reflexos de outras geografias, podem também (des)construir eventuais formatações geradas pela história da arte. O percurso terá cronologias importantes e também alguns desvios temporais e geográficos onde poderemos (des)arrumar discursos, temas e contextos.
↘ Exposição: Uma deriva atlântica. As artes do século XX a partir da Coleção Berardo
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte: do conflito à participação
Visita-temática – 1h30
A arte contemporânea põe-nos em conflito com o eu e o coletivo. Somos convidados e desafiados para uma espécie de ringue de ideias onde a nossa participação deixa de ser involuntária e se torna necessária e estimulante. Através das obras de arte, surgem-nos emoções, interrogações e desafios internos; queremos partilhar e debater alguns, ao passo que outros ficam a fermentar no pensamento. A partir da ideia de «obra aberta», a interpretação — significação trazida por cada espectador — é uma parte importante da obra de arte. Quando deixamos de ser meros observadores e nos tornamos espectadores participativos, o museu transforma-se num lugar de construção.
↘ Exposição: «May I Help You? Posso Ajudar?» Artes e artistas da década de 1970 em diante
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte: lugar de perguntas
Visita-jogo e visita-oficina – 2h
A partir da arte moderna, o museu assiste diariamente ao espanto, à indignação, ao questionamento do que é uma obra de arte. Em tempos de tantas transformações sociais e artísticas, as perguntas e inquietações trazidas pelos artistas foram muitas — e ainda hoje elas ecoam no espectador. No museu, mais do que encontrarmos respostas, fazemos novas perguntas a partir das que nos chegam com as obras de arte. Perante a indignação que determinados objetos nos podem trazer, a controvérsia dos temas, as múltiplas direções que a arte tomou em tão pouco tempo, que pensamentos nos surgem? Será que as perguntas do início da visita serão as mesmas no final? Vamos discutir preconceitos e estimular a oportunidade de debater, também, com a obra de arte, em diálogos que, entre muitas outras coisas, serão espaço de provocação e ironia.
↘ Exposição: Uma deriva atlântica. As artes do século XX a partir da Coleção Berardo
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte contemporânea a desvinculação das vanguardas
Visita-temática– 1h30
Na arte contemporânea, perde-se a ideia de movimento artístico. Ao invés, as categorias artísticas vão sendo organizadas por conjuntos de artistas que podem trabalhar os mesmos temas, linguagens e descodificações sociais e políticas. Como uma espécie de molécula com diversos átomos, podemos pensar o universo da arte contemporânea através de algumas das suas ramificações — o minimalismo, o conceptualismo ou a arte povera, entre outros — como um puzzle complexo de associações entre abordagens estéticas. Desafiamo-nos a desmontar esta molécula em átomos que, embora não vivam uns sem os outros, cumprem um papel individual na história.
↘ Exposição: «May I Help You? Posso Ajudar?» Artes e artistas da década de 1970 em diante
Conceção Fabrícia Valente
📍 Esquiçar / errar / construir
Visita-oficina – 2h
O desenho é uma ferramenta de trabalho, um veículo de comunicação, uma linguagem artística, um gesto — muitos universos em simultâneo. Desenhar permite passar por dinâmicas de esquiço, de erro, de liberdade, de construção. Esta oficina é pensada para, através de uma seleção de autores e obras, criar momentos de desenho no espaço expositivo, propondo exercícios que poderão abordar diversas temáticas: o desenho enquanto permissão para o erro; o desenho como escrita; o desenho como ensaio/esquiço; o desenho como construtor de espaço (volume); o desenho técnico (geometria, rigor, relação possível com a arquitetura); ou o desenho digital (tão presente no discurso e nos media das novas gerações). Trata-se de uma visita construída para ser desenhada.
Conceção Fabrícia Valente
📍 A literatura e as artes visuais
Visita-temática – 1h30
Várias das vanguardas artísticas da primeira metade do século XX são impulsionadas pela literatura, pela palavra, por textos disruptivos que indiciam um novo pensamento sobre a modernidade e novas procuras do entendimento do eu. Em relação permanente com importantes movimentos como o dadaísmo, o construtivismo e o surrealismo, esta visita aborda autores presentes no plano curricular da disciplina de Língua Portuguesa. Aqui, temáticas como a máquina, a velocidade, o sonho e o acaso entram em diálogo direto ou metafórico com a criação artística. Como é que o universo literário e plástico beberam das mesmas inquietudes e provocações? Como é que as mesmas ideias se traduzem nas diferentes disciplinas? Serão também abordados autores internacionais, na perspetiva de enquadrar a ideia de manifesto artístico.
Conceção Fabrícia Valente e Maribel Mendes Sobreira
📍 A arte de braço dado com as ciências
Visita-jogo – 1h30
Como podemos relacionar-nos com a arte moderna sem percebermos o que foi a Revolução Industrial? E como podemos perceber a pintura do século XX sem falarmos do desenvolvimento da fotografia? Como podemos abordar múltiplos olhares sem compreendermos que a noção de tempo e velocidade mudaram o paradigma? E a geometria e a matemática — onde cabem no entendimento do mundo? O que dita a física dos materiais às obras de arte? E a teoria da cor, como nos transforma o mundo visível? A obra de arte é sempre o centro do nosso discurso, mas vamos caminhar de braço dado com temas das ciências.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte e estética
Visita-temática – 1h30
A visita centra-se em três tópicos essenciais: a experiência e o juízo estético, a criação artística e a obra de arte, e a arte como produção de conhecimento, comunicação e consumo. Desta forma, abordamos os conteúdos do módulo de estética da disciplina de filosofia, contribuindo para uma sensibilidade estética e cultural através da compreensão da complexidade do ato criativo.
Conceção Fabrícia Valente e Maribel Mendes Sobreira
MarcaçãoPrograma Vincular 2025-26 Escolas
Marcações e Contactos
As atividades realizam-se de terça-feira a domingo, das 10:00 às 17:00, e requerem sempre marcação prévia.
A marcação é sempre confirmada pelo Serviço de Educação e Mediação.
As visitas orientadas às exposições são realizadas exclusivamente por mediadores do Serviço de Educação e Mediação.
Número mínimo: 10 participantes
Número máximo: 1 turma
Marcações por telefone (+351) 213 612 800 (chamada para a rede fixa nacional), de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:30.
Marcações por e-mail: servico.educativo.museu@ccb.pt ou através do formulário 3º ciclo ou Secundário.
Preçário
Escolas e instituições (IPSS, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais) Visita-jogo, visita orientada, visita temática, visita geral e visita breve: 2,5 € / participante
Visita-jogo-oficina e visita-oficina: 4 € /participante
Grupos privados: preço sob consulta
Acessibilidades
Elevadores, rampas, casas de banho adaptadas e cadeiras de rodas.
Normas e recomendações
Antes da visita:
Rever as normas e recomendações do museu;
Chegar à receção do museu alguns minutos antes da visita;
Não levar comida ou bebidas para dentro do museu;
Deixar chapéus-de-chuva nos bengaleiros;
Deixar, se possível, as mochilas nos autocarros; caso contrário, devem deixá-las no bengaleiro ou nos cacifos;
Colocar telemóveis em modo silencioso antes de entrar no museu.
Nota:
Os professores ou acompanhantes são sempre responsáveis pelo comportamento e segurança do grupo; em situação alguma assumirá o museu essa responsabilidade.
Durante a visita não pode:
Falar alto / Perturbar as visitas de outros grupos / Correr / Empurrar / Ultrapassar as linhas limitadoras no pavimento / Tocar nas obras e nos suportes expositivos
Encostar-se às paredes / Tirar fotografias, para não perturbar / Só é permitido desenhar ou escrever com lápis em suportes inferiores a 30 x 40 cm.
A utilização de outros materiais é reservada a atividades orientadas por colaboradores do Serviço de Educação e Mediação;
Só é permitido tirar fotografias sem flash.
A programação pode ser alterada por motivos imprevistos.
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