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Apresentação do Programa para 2025

Exposições

MAC/CCB: um espaço vivo, habitável e habitado

O MAC/CCB é um lugar onde se constrói uma comunidade em torno das artes visuais e da arquitetura, que se faz de pessoas, relações, objetos, territórios e afetos. No museu, espaço de experimentação e de renovação, podemos conhecer artistas e arquitetos e as suas ideias, e ver hoje e no passado o que pode ser importante amanhã. Enquanto agente ativo que interpela todos os públicos a partir de um programa de exposições, de atividades, de ações e de pensamento, o MAC/CCB procura acolher e cuidar das pessoas — aquelas que já nos visitam e também aquelas que pensam que este lugar não é para elas. Vivo, habitável e habitado: assim se pretende definir o MAC/CCB.

O programa que estamos a iniciar em 2025 decorre do valor deste museu e da sua posição no ecossistema da cidade e do país. São quatro as linhas de força fundamentais que marcam a atividade do MAC/CCB: a atenção às artes visuais e à arquitetura; uma área de ação que se debate sobre os vetores do moderno e do contemporâneo; e a presença de várias coleções em depósito que definem uma identidade múltipla, entre o canónico e o experimental, ao longo do século XX. Para lá destas linhas, o museu situa-se em Lisboa, pelo que tem de dialogar com esta cidade, o país e o mundo. Ao mesmo tempo, e como parte de uma instituição maior — o CCB —, o MAC/CCB colabora com a unidade de artes performativas, considerando também as chamadas artes vivas, fundamentais numa noção contemporânea que introduz os corpos no museu. Estamos a trabalhar nestas relações, que se vão definir ao longo do próximo ano.

A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico

Em fevereiro de 2025, damos início à nova temporada com uma importante remodelação na exposição permanente. Com o título Uma deriva atlântica. As artes do século XX, e compreendendo um arco temporal que se inicia em 1909 e termina em 1975, esta mostra procura rever as histórias da arte observando a história do mundo, propondo relações e «curto-circuitos» entre as duas margens — a europeia e a americana — no sentido de abordar outras derivas e outros diálogos nas coleções do museu. Esta remodelação será acompanhada pela mostra 31 Mulheres. Uma Exposição de Peggy Guggenheim, que integra artistas ligadas sobretudo ao surrealismo e à arte abstrata e remete a exposição organizada por aquela colecionadora em Nova Iorque em 1943. Prosseguindo com a ideia de rever as narrativas canónicas do século XX, o programa completa-se com uma exposição dedicada a Roberto Burle Marx que se debruça sobre a sua obra, sobretudo pública, e de construção de cidade, e a atualiza, convidando uma série de artistas portugueses contemporâneos a pensar no seu legado.

Em abril deste ano, o Centro de Arquitetura MAC/CCB reabre com um caráter experimental, acolhendo exposições e residências, com um projeto de arquitetura do atelier suíço-português Bureau e com a exposição Interespécies, que sublinha a importância da subjetividade e da imaginação numa nova aliança entre humanos e não-humanos. Em outubro, o MAC/CCB acolherá também uma das exposições da 7.ª Trienal de Arquitetura.

Abril é também o mês de Chantal Akerman, através de uma exposição que oferece um novo olhar e afirma a cineasta, escritora e artista belga como transmissora de uma posição política extraída de uma profunda observação da realidade quotidiana. As suas imagens e o seu arquivo são uma referência fundamental para as novas gerações de artistas cuja prática se baseia nas imagens em movimento, tanto através de instalações artísticas ou do cinema.

O trabalho com as coleções, que é essencial para dar a conhecer o património público e privado aos diversos públicos, continua com a exposição Experiências do Mundo, que explora as várias relações que os artistas contemporâneos estabelecem com o real. E, por último, mas não menos importante, a exposição Avenida 211, dedicada ao contexto local — particularmente a um espaço fundamental da primeira década de 2000 que, em Lisboa, acolheu uma série de artistas que têm atualmente uma presença significativa.

Continuam patentes a exposição Intimidades em fuga. Em torno de Nan Goldin, que reúne 36 artistas, principalmente da Coleção Holma/Ellipse, mas também da Coleção Berardo, Coleção Teixeira de Freitas e Coleção de Arte Contemporânea do Estado; e as apresentações dedicadas a Raul Hestnes Ferreira, Fred Sandback e Bêka & Lemoine. A partir desta última, iniciámos uma colaboração com a Cinemateca de Lisboa, que será alargada à exposição de Chantal Akerman.

O museu continua o seu intenso trabalho de educação e mediação no âmbito do programa VINCULAR, com novos projetos e novos públicos.

 

Nuria Enguita – Diretora Artística do MAC/CCB

 


MAC/CCB Programa 2025

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