Datas / horários
Sábado, 28 março de 2026 16:00 no MAC/CCB
Participação gratuita, sujeita ao número de lugares disponíveis.
Performance
Vasco Alves e as Rochas da Ajuda
Formação moldada pela pressão, fricção e movimento do ar, desde o verão de 2024, trabalha a polifonia numa perspetiva materialista, através de gaitas de fole em permanente transformação. Como uma trama de pequenas peças que exploram diferentes aspetos do instrumento — os seus limites físicos e a sua perceção auditiva —, os amigos gaiteiros Teresa Mendonça, André Pires e Carlos Santos juntam-se aqui a Vasco Alves.
Inês Tartaruga Água
Fazedora multidisciplinar, entusiasta da regeneração radical, escultora de situações sónicas e adepta da filosofia «DIY», a sua prática desdobra-se entre as artes plásticas e a performance. Participa em exposições coletivas e eventos públicos desde 2013. Água passou por várias casas, festivais, derivas institucionais e colabora frequentemente com Xavier Paes, sendo umas das mentes por detrás dos organismos REFLUXO e DIES LEXIC.
Sheila Ramirez
Sheila Ramirez (Santiago de Cuba, 2000) é artista, investigadora e designer cubano-angolana. Com base nas filosofias e imaginário do Oriente de Cuba, do Haiti e da memória ancestral Kongo, constrói gestos a partir de arquivos familiares, oralidades e musicalidades. A sua prática explora a renovação contínua, a transformação e as iniciações, abordando a violência colonial nas relações com as pessoas, os antepassados e o território.
sara
Servindo-se da plasticidade sonora do ciberespaço e seus arquivos, sara coleciona samples e field recordings. A partir da assemblagem lo-fi, constrói um léxico de sons e texturas que se desdobram, deixando-se inspirar pelo universo do dub e do hip-hop.
Vaiapraia
Artista transdisciplinar autodidata de Setúbal, Rodrigo Vaiapraia começou a tocar ao vivo em 2013. Criou o projeto Vaiapraia e As Rainhas do Baile, editando o LP 1755 (2016), influenciado por riot grrrl e queercore. Atua amplamente em festivais, salas e espaços independentes. É cofundador da Maternidade e do festival Rama em Flor. Em 2025 lançou o álbum Alegria Terminal.
Amuleto Apotropaico
A percussão de espetro completo oscila entre polirritmos elásticos e gestos pontilhistas fora de grid, para se desdobrar em modulação de ressonadores polifónicos. António Feiteira troca os instrumentos pela percussão eletrónica concreta, inspirada em Milford Graves. Samples substituem bateria e memórias musculares tornam-se automatizações MIDI, numa exploração derivada da tecno-gnose da hiper-realidade.
Programação do Museu Aberto.
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico privacidade@ccb.pt
Ficha Técnica
Imagem: 2023_Vaiapraia.3 ©Jame St Findlay