Datas / horários
Até setembro de 2026 Terça a domingo das 10:00 às 17:00
Oficina
Visita Temática
Visita-jogo
Esta programação está estruturada em visitas-jogo, visitas-jogo-oficina, visitas-oficina, visitas temáticas e está assente em metodologias ativas e práticas inclusivas. A mediação no espaço expositivo potencia a compreensão, reflexão e a construção do conhecimento. As atividades e aprendizagens em contexto não formal têm como objetivo dar a conhecer diferentes olhares e interpretações das obras, bem como fazer uma abordagem à história da arte dos séculos XX e XXI, com passagem pelos principais movimentos artísticos (complementares às aprendizagens essenciais de diferentes disciplinas de educação formal), e ainda uma abordagem à Arquitetura.
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico privacidade@ccb.pt
Terceiro Ciclo
📍 Arte sem fronteiras
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
Diferentes geografias trazem diferentes olhares. Também na arte a pluralidade de vivências traz-nos riqueza cultural, possibilidades de diálogo, curiosidade pelo outro lado. Na história da arte moderna e contemporânea, os discursos ocidentais prendem-se sobretudo aos continentes europeu e norte-americano, mas as pontes podem ser muitas mais, atenuando fronteiras e aumentando o nosso mapa de referências. Abordando contextos como a América do Sul, África e o Oriente, o que lucramos neste cruzamento de vivências a partir dos posicionamentos dos artistas? Num mundo cada vez mais compartimentado, a arte deve existir sem fronteiras.
Conceção Fabrícia valente
📍 Desarrumar Ideias
visita-jogo 1h30
Desarrumar Ideias é uma visita-jogo que convida crianças e jovens a repensar a história da arte no início do século XX. A partir das vanguardas históricas, vamos explorar encontros improváveis, geografias esquecidas e novas narrativas. Entre perguntas e brincadeiras, descobrimos que a arte também é uma forma de desarrumar o mundo — e de o reinventar.
Conceção Cristina Gameiro
📍 Museu de lápis na mão
Visita-jogo-oficina – 2h
Nesta oficina realizada dentro da exposição, conhecemos o museu de forma prática e ativa, com lápis e papel na mão. Através do desenho, de pequenos desafios e de experiências individuais e coletivas, aprendemos a estar no museu, aproximando-nos e conhecendo as suas obras e os seus autores.
Conceção Cristina Gameiro, Patrícia Trindade
📍 Todos ao Museu!
Visita-jogo -1h30
É a vossa primeira vez num museu de arte? Estão no sítio certo! Nesta atividade, vão viajar no tempo (e no espaço) até ao início do século XX para entrar no mundo da arte moderna ou contemporânea. Através de um jogo de cartas único, vão descobrir a inspiração, as ideias, as técnicas e as estórias por trás das obras de arte do Museu de Arte Contemporânea do CCB.
Conceção Cristina Gameiro, Patrícia Trindade
📍 Espelho meu, espelho meu, será arte no museu?
Visita-jogo e Visita-oficina – 2h
Se a arte é um espelho do mundo, temos de compreendê-lo para a abraçar. Nesta visita, exploramos através de dicotomias algumas das questões mais relevantes levantadas pelos artistas modernos e contemporâneos, como a técnica e o conceito, a figuração e a abstração ou a imitação e a interpretação. Começamos com uma pergunta simples e depois (des)construímos e desafiamos as nossas ideias sobre o que a arte é e qual pode ser o papel do artista. Espelho meu, espelho meu, será arte no museu?
Conceção Marília Pascoal, Patrícia Trindade
📍 Um portal para o «sem preconceito»
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
Os museus devem ser lugares para o debate, para nos aproximarmos das lutas dos que pensam diferente de nós, para nos relacionarmos com obras de arte que nos permitem sair do «nosso lugar» e questionar os nossos preconceitos. A partir do trabalho dos artistas, abrem-se muitas portas para fazermos viagens mentais que pensávamos não serem as nossas, para compreender vontades e verdades que achávamos não ter. Num momento em que o ser empático parece uma miragem, olhemos para a arte como ferramenta social para nos permitirmos sê-lo.
Conceção Fabrícia valente
📍 Muito mais do que aparência!
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
Quantas camadas de verdades cabem numa só imagem? O cabeçalho de uma notícia, o cartaz que nos é anunciado repetidamente, as opiniões lidas nas redes sociais, a manipulação de milhares de imagens que nos chegam diariamente. Podemos ficar pela superfície ou devemos mergulhar em análises mais ricas e abrangentes? A obra de arte vive de muitas camadas, entre linguagem e matéria, entre forma e cor, entre composição e narrativa, entre o olhar do artista e o do espetador. Somar informações, multiplicar os olhares, diminuir o avaliar pelas aparências é o exercício que vos propomos através da arte.
Conceção Fabrícia valente
📍 Perguntas sem respostas?
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
O que é a arte? O que é o belo? O que nos comove e nos move? O certo e o errado? Cada gosto é uma verdade? Cada gesto é uma só vontade? Na arte moderna e contemporânea, depois da inicial e comum expressão «isso também eu fazia», somos levados a muitas perguntas. O que mudou no mundo para os artistas passarem a representar de novas formas? Em que realidades paralelas se pode viver em simultâneo? A obra de arte tem um só significado? Chegamos ao museu cheios de certezas e saímos cheios de dúvidas? Que bom: é para baralharmos as nossas verdades que aqui estamos, num jogo de proximidades e distanciamentos.
Conceção Fabrícia valente
📍 Saber ver / sentir o abstrato
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
Entre a figuração e a abstração, a arte e o pensamento fazem viagens inacreditáveis. Onde parecia estar um vazio, abre-se um universo de possibilidades; onde tudo parecia simples, chega uma enorme teia de referências; quando nos prendemos ao que vemos, somos confrontados com uma explosão de sensações… Exercitar o olhar para chegar ao pensamento abstrato é a proposta que vos fazemos. Num percurso pela arte moderna e contemporânea, procuramos ver o que não parece visível, simplificar o que parece complexo, complexificar o que parece simples…
Conceção Fabrícia Valente
📍 A história (não) linear
Visita-jogo – 1h30
Falamos da história da arte como uma linha do tempo. Mas que movimentos sucedem uns aos outros? Como criamos um fio condutor? O passado está no presente, e o presente condiciona o futuro. As cronologias organizam-nos, mas, se as baralharmos, também ficamos mais ricos. O desafio é fazermos percursos através dos quais possamos entender a história da arte moderna e contemporânea. Incluindo cruzamentos temporais que respeitam a ordem cronológica, vamos enriquecê-la com alguns desvios, como se uma carta fora do baralho nos desse novos sentidos e posicionamentos.
Conceção Fabrícia Valente
📍 A arte de braço dado com as ciências
Visita-jogo – 1h30
Como podemos relacionar-nos com a arte moderna sem percebermos o que foi a Revolução Industrial? E como podemos perceber a pintura do século XX sem falarmos do desenvolvimento da fotografia? Como podemos abordar múltiplos olhares sem compreendermos que a noção de tempo e velocidade mudaram o paradigma? E a geometria e a matemática — onde cabem no entendimento do mundo? O que dita a física dos materiais às obras de arte? E a teoria da cor, como nos transforma o mundo visível? A obra de arte é sempre o centro do nosso discurso, mas vamos caminhar de braço dado com temas das ciências.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Desenhar sem lápis
Visita-jogo-oficina – 2h
Ficamos muitas vezes presos a ideias restritivas como «desenhar é com lápis» e «pintar é com pincel». Porém, os artistas modernos e contemporâneos muito fazem para nos desprendermos de regras clássicas, lançando-nos o desafio de questionar linguagens artísticas e distinguir um desenho de uma pintura, uma pintura de uma escultura, uma escultura de uma instalação… O museu deve levar-nos à reflexão, mas também pode conduzir-nos a momentos de criação. A partir da relação com obras de arte, propomos percursos de desenho onde nos libertamos do lápis e chegamos a duvidar daquilo que significa «desenhar».
Conceção Fabrícia Valente
📍 O que é a arte moderna?
Visita-jogo – 1h30
O que é arte moderna? O que são as vanguardas históricas? Quais os movimentos que encontramos neste período da história?
Num diálogo aberto e participativo, daremos a conhecer a produção artística no modernismo, presente na coleção de arte moderna.
Conceção Cristina Gameiro
📍 O que é a arte contemporânea?
Visita-jogo – 1h30
O que é arte contemporânea? Que diferenças ou semelhanças encontramos com outros períodos da história da arte?
Esta visita pretende dar a conhecer as coleções de arte contemporânea. Num diálogo aberto, desafiamos os participantes a refletir e a questionar sobre a produção artística contemporânea de forma a adquirirem ferramentas para a sua compreensão.
Conceção Cristina Gameiro
📍 Corpo, espaço e objeto
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
Esta visita é estruturada a partir de objetos que, em diálogo com obras de arte e discursos artísticos, nos colocam num intenso novelo de referências disciplinares e teóricas para criar reflexões sobre o corpo, o espaço e o objeto. Num jogo de teias de linguagens e relações entre o corpo do espectador, o corpo da obra e o corpo de mediação, em que espaço nos situamos? Que novas dinâmicas passamos a ter no ato de visitar um museu? Quem são os protagonistas desta deambulação? Será uma visita também uma performance?
Conceção Fabrícia Valente
📍 Esquiçar / errar / construir
Visita-jogo-oficina – 2h
O desenho é uma ferramenta de trabalho, um veículo de comunicação, uma linguagem artística, um gesto. O desenho são muitos universos em simultâneo: desenhar permite passar por dinâmicas de esquiço, de erro, de liberdade, de construção. Através de uma seleção de autores e obras, esta oficina pretende criar momentos de desenho no espaço expositivo, onde serão propostos exercícios que abordam temáticas como: o desenho que permite o erro; o desenho como escrita; o desenho como ensaio ou esquiço; o desenho como construtor de espaço; o desenho técnico; ou o desenho digital. Trata-se de uma visita construída para ser desenhada.
Conceção Fabrícia Valente
Visita no âmbito das exposições do Centro de Arquitetura
📍 O que pode ser uma obra de arte?
Visita-oficina – 2h
Dizem que a arte não tem limites, mas será verdade? Nesta atividade, vamos explorar as diferentes linguagens e meios usados pelos artistas para criar o que chamamos obras de arte — do desenho à colagem, passando pela pintura e escultura, sem esquecer a fotografia, o vídeo, a assemblage e a instalação. Será que umas são mais populares ou melhores que outras? Venham descobrir o museu e tudo o que a arte pode ser!
Conceção Marília Pascoal e Patrícia Trindade
📍 Dimensão livre
Visita-jogo-oficina – 2h
Nesta visita, convidamos-vos a entrar no universo do fazer artístico. Cada artista tem a sua maneira de trabalhar; as suas práticas variam muito, não só devido à linguagem e ao material escolhido mas também pelas questões que colocam ao mundo, à arte e a si mesmos.
Por que razão escolho esta cor? Como vou ocupar este espaço? Que leituras poderá ter esta forma? Preciso de passar uma mensagem através da obra? Que sensação irá transmitir?
Num espaço aberto à reflexão, teremos um momento de experimentação plástica onde o fazer e pensar vão andar de mãos dadas para a descoberta incrível do que é trabalhar num atelier.
Conceção Mariana Ramos
📍 Afinal, o que é a arquitetura?
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
A arquitetura faz parte das nossas vidas; no entanto, muitas vezes esquecemo-nos de observá-la e de nos relacionarmos com ela. Afinal, onde está a arquitetura? Conseguimos senti-la na cidade? Conseguiríamos viver sem arquitetura? A partir das exposições de arquitetura e através de um jogo ou uma oficina, convidamos todos os participantes a relacionarem-se com a paisagem construída e a desenvolver um novo olhar sobre o mundo que nos envolve.
Conceção Thais Bressiani
No âmbito da Trienal de Arquitectura de Lisboa
📍 À procura da leveza
Visita-oficina – 2h
Onde iremos encontrar leveza para desenhar o mundo que nos rodeia? Volta e meia, será de certeza com ajuda da Natureza — com ética e estética, praticando a biomimética. As crianças, espertas e despertas, aprendem a reconhecer que retirar leva a atrocidades e aproveitar traz oportunidades. Usando peso-contrapeso e ação-reação, vamos juntar peças, elementos, desperdícios, fragmentos, e resolver enigmas tridimensionais, como fazem as plantas e os animais, ou as pessoas com saberes ancestrais.
Conceção: Serviço Educativo da Trienal de Arquitectura de Lisboa, a partir da atividade concebida por Júlio Gotor Valcárcel com Thais Bressiani e Daniella Figueiredo
Orientação: Thais Bressiani e Daniella Figueiredo
Marcação
Secundário
📍 A história (não) linear
Visita-jogo e visita temática – 1h30
Falamos da história da arte como uma linha do tempo. Mas que movimentos sucedem uns aos outros? Como criamos um fio condutor? O passado está no presente, e o presente condiciona o futuro. As cronologias organizam-nos, mas, se as baralharmos, também ficamos mais ricos. O desafio é fazermos percursos através dos quais possamos entender a história da arte moderna e contemporânea. Incluindo cruzamentos temporais que respeitam a ordem cronológica, vamos enriquecê-la com alguns desvios, como se uma carta fora do baralho nos desse novos sentidos e posicionamentos.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Desenhar sem lápis
Visita-jogo -1h30
Ficamos muitas vezes presos a ideias restritivas como «desenhar é com lápis» e «pintar é com pincel». Porém, os artistas modernos e contemporâneos muito fazem para nos desprendermos de regras clássicas, lançando-nos o desafio de questionar linguagens artísticas e distinguir um desenho de uma pintura, uma pintura de uma escultura, uma escultura de uma instalação… O museu deve levar-nos à reflexão, mas também pode conduzir-nos a momentos de criação. A partir da relação com obras de arte, propomos percursos de desenho onde nos libertamos do lápis e chegamos a duvidar daquilo que significa «desenhar».
Conceção Fabrícia Valente
📍 A arte de braço dado com as ciências
Visita-jogo e visita temática – 1h30
Como podemos relacionar-nos com a arte moderna sem percebermos o que foi a Revolução Industrial? E como podemos perceber a pintura do século XX sem falarmos do desenvolvimento da fotografia? Como podemos abordar múltiplos olhares sem compreendermos que a noção de tempo e velocidade mudaram o paradigma? E a geometria e a matemática — onde cabem no entendimento do mundo? O que dita a física dos materiais às obras de arte? E a teoria da cor, como nos transforma o mundo visível? A obra de arte é sempre o centro do nosso discurso, mas vamos caminhar de braço dado com temas das ciências.
Conceção Fabrícia Valente
📍 «A» arte foi tantas vezes só masculina
Visita-jogo e visita temática – 1h30
Falamos tantas vezes só de artistas homens, que até nos esquecemos de que «arte» é um substantivo feminino, e de como os olhares femininos enriquecem a história da arte. No MAC/CCB, não queremos atirar as artistas para a sombra, mesmo quando a sombra faz parte do seu discurso; não queremos um marido em destaque, quando ela e ele trabalham lado a lado; não queremos esquecer que as escolas se tornaram muito mais abrangentes com os discursos femininos; não queremos as artistas no silêncio ou nas reservas do museu. Nesta visita, há lugar para todos, mas a arte é salientada no feminino.
Conceção Fabrícia Valente
📍 A arte como manifesto
Visita-jogo e visita temática – 1h30
Os manifestos artísticos promovem mudança, ousadia, novos rumos. As obras de arte chegam-nos muitas vezes como manifestações e processos de ativismo. As lutas dos artistas passam do individual para o coletivo, e os protestos chegam-nos enquanto obras de arte. A partir de tensões políticas que criam discursos ou de excertos de manifestos que posicionam determinado movimento, importa também questionarmos que lutas atuais devemos ter. Que papel pode ter a obra de arte para a transformação do mundo, e que discursos desejamos escutar? As lutas (não) saem de moda?
Conceção Fabrícia Valente
📍 Olhamos de onde habitamos
Visita temática – 1h30
O nosso corpo habita um espaço, território, crescemos em arquiteturas físicas e emocionais. As nossas histórias estão carregadas de lugares de herança, de lugares de partilha, de lugares de inseguranças e sonhos, de geografias que, por vezes, nem sabemos que cabem em nós. O que são lugares de fala e lugares de privilégio? Como a relação com as obras de arte nos pode colocar a habitar espaços que não são os nossos e como podemos entender o espaço do outro sem lhe pertencermos? A Arte pode ser entendida como um enorme abrigo de corpos e emoções e um sem fim de lugares de afeto, de protesto, de segurança ou desconforto, de geografias relacionais. O museu experienciado como uma cidade de muitas realidades.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Desalinhar é caminhar
Visita temática – 1h30
Por desvios e cruzamentos de pensamentos, particularidades, referências e empatias, o caminho da arte moderna e contemporânea subverte padrões, reposiciona o corpo, desvia do caminho preestabelecido. A partir de momentos-charneira e de rotura, de gestos de libertação, de artistas que não se resignaram à sua verdade, procuramos caminhar de forma desalinhada, entre autores e obras, entre espaços e espectadores, entre leitura historicista e a nossa emoção, encarando o museu como palco de performance individual de cada visitante.
Conceção Fabrícia Valente
📍 A música e as artes visuais
Visita-jogo e visita temática – 1h30
Os discursos de multidisciplinaridade ganham novas possibilidades no caminhar da contemporaneidade, e são vários os artistas que, não se dedicando a uma disciplina efetiva, atuam nas suas zonas de fronteira. Na primeira metade do século XX, a presença de discursos musicais já se revelava fundamental para as criações dos artistas modernos, de que é exemplo o caminho para a abstração criado por Kandinsky; e, por sua vez, foram muitos os artistas plásticos que influenciaram a estética musical, sobretudo num discurso pós-punk. Nesta visita, o percurso é criado através de contaminações entre a música e as artes plásticas, como nas experiências dadaístas, na estética construtivista presente em bandas atuais, na relação entre a música experimental das décadas de 1950 e 1960 e os universos conceptuais, no poder da imagem — fundamental para o discurso da pop —, ou até em artistas específicos cuja obra acabou por trazer criações musicais e plásticas que se complementam. É uma visita que prevê vários acordes visuais.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte moderna — principais vanguardas e seus contextos
visita orientada – 1h30
Esta visita propõe enquadrar as mudanças de paradigma da viragem do século XIX para o século XX, bem como um conjunto de momentos-charneira ao longo da primeira metade do século XX, com as denominadas vanguardas artísticas. Numa leitura de cronologia ao longo dos movimentos artísticos presentes na coleção, serão abordados conceitos-chave, técnicas, autores e contextos sociais de modo a permitir uma maior proximidade com a arte moderna e desfazer alguns preconceitos que, no museu, levam diariamente o público a lançar questões ou afirmações como «isto é arte?» ou «isto eu também fazia!». Que transformações permitiram aos artistas começar a representar o mundo de forma diferente? Podemos conhecê-las a partir das obras de arte de autores fundamentais para o entendimento da arte moderna.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Arte contemporânea — principais discursos e nova relação com o espectador
visita orientada – 1h30
A arte contemporânea apela a um espectador participativo e a um olhar de intersecção de linguagens artísticas. Esta visita foi pensada para apresentar os movimentos precursores da arte da segunda metade do século XX, como o minimalismo, o conceptualismo ou a land art, mas também para abordar os novos media e as linguagens que a arte passou a abraçar, bem como os discursos e conceitos que a contemporaneidade, através da arte, permite estabelecer, de que são exemplo a representatividade, a contextualidade geográfica e as novas noções de objeto artístico. A resistência à obra de arte contemporânea continua a fazer-se sentir nos espaços museológicos. Como é que o mesmo objeto que afasta o espectador apela à sua intervenção e interpretação? É na triangulação de artista, obra de arte e espectador que a visita se desenvolve.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Por onde anda a beleza?
Visita temática – 1h30
O belo sublime que os clássicos nos apresentaram foi dando lugar a um belo subjetivo que coloca o espectador em conflito na relação que estabelece com a obra de arte e a sua validação. Esta visita, centrada em alguns conteúdos programáticos do módulo referente à dimensão estética da disciplina de Filosofia, focar-se-á sobretudo na temática da beleza, em como esta está associada à construção do juízo de gosto e em como a arte no século XX e XXI desconstrói a ideia canónica.
Através da teorização de diferentes autores e de novas abordagens formais, materiais e de linguagem por parte dos artistas, criam-se premissas em torno de elementos dissonantes para o debate da constituição da beleza e a sua relação com a eterna pergunta «o que é arte?».
Conceção Fabrícia Valente e Maribel Mendes Sobreira
📍 A literatura e as artes visuais
Visita temática – 1h30
Várias das vanguardas artísticas da primeira metade do século XX são impulsionadas pela literatura, pela palavra, por textos disruptivos que indicam um novo pensamento sobre a modernidade e novas procuras do entendimento do eu. Numa relação com movimentos importantes como o dadaísmo, o construtivismo e o surrealismo, esta visita abordará autores presentes no plano curricular da disciplina de Língua Portuguesa, onde temáticas como a máquina, a velocidade, o sonho e o acaso entram em diálogo direto ou metafórico com a criação artística. Como é que o universo literário e plástico bebem das mesmas inquietudes e provocações? Como é que as mesmas ideias se traduzem nas diferentes disciplinas? Serão também abordados autores internacionais, na perspetiva de enquadrar a ideia de manifesto artístico.
Conceção Fabrícia Valente e Maribel Mendes Sobreira
📍 Mulheres artistas
Visita temática – 1h30
Navegando pelo modernismo, vamos entender porque é que a presença das mulheres artistas nas vanguardas não significou grande destaque das mesmas na história da arte. Justificando-se pela falta de acesso a formação, pela escolha deliberada de críticos que as relega a papéis secundários ou por outros impedimentos que surgem quando reivindicam outro lugar e olhar sobre o seu trabalho, verificamos no segundo pós-guerra, no entanto, uma maior presença das mulheres na sociedade e nas lutas sociais e a influência do pensamento feminista no modo de criar destas artistas.
Conceção Andreia Coutinho e Maribel Mendes Sobreira
📍 Cruzamentos de geografias na arte moderna e contemporânea
Visita temática – 1h30
Quando os artistas trazem em si, na sua identidade, outras geografias fora do eixo Europa-Estados Unidos da América ou outras identidades étnico-raciais, como é que isso se pode ver no seu trabalho? As experiências do mundo e da produção artística serão universais? Através destas visões, vamos pensar nas questões de existir e produzir nas periferias do mundo, mas também no modo como os temas coloniais são tratados por artistas patentes na coleção, e de que forma estes se posicionam politicamente. Exploraremos as questões da hegemonia de uma perspetiva exterior, analisando como o mundo estruturado na visão única moldou a leitura que temos do outro e vice-versa.
Conceção Andreia Coutinho, Maribel Mendes Sobreira e Sara Caballero Zavala
📍 Esquiçar / errar / construir
Visita-jogo-oficina – 2h
O desenho é uma ferramenta de trabalho, um veículo de comunicação, uma linguagem artística, um gesto. O desenho são muitos universos em simultâneo: desenhar permite passar por dinâmicas de esquiço, de erro, de liberdade, de construção. Através de uma seleção de autores e obras, esta oficina pretende criar momentos de desenho no espaço expositivo, onde serão propostos exercícios que abordam temáticas como: o desenho que permite o erro; o desenho como escrita; o desenho como ensaio ou esquiço; o desenho como construtor de espaço; o desenho técnico; ou o desenho digital. Trata-se de uma visita construída para ser desenhada.
Conceção Fabrícia Valente
📍 Afinal, o que é a arquitetura?
Visita-jogo e visita-jogo-oficina – 2h
A arquitetura faz parte das nossas vidas; no entanto, muitas vezes esquecemo-nos de observá-la e de nos relacionarmos com ela. Afinal, onde está a arquitetura? Conseguimos senti-la na cidade? Conseguiríamos viver sem arquitetura? A partir das exposições de arquitetura e através de um jogo ou uma oficina, convidamos todos os participantes a relacionarem-se com a paisagem construída e a desenvolver um novo olhar sobre o mundo que nos envolve.
Conceção Thais Bressiani
📍 CCB — entre o edifício e a cidade
Visita temática – 1h30
Um edifício apresentado como uma cidade, um espaço que vive entre o público e o privado, as áreas que todos visitamos ou aquelas mais secretas que nos sugerem curiosidade. Nesta visita, a base é a arquitetura do edifício — que, conforme o interesse e o conhecimento do público, pode ser uma janela de curiosidades ou um detalhe de projeto. O segredo está em descobrir o que é habitar o CCB, a várias escalas.
Conceção Fabrícia Valente
No âmbito da Trienal de Arquitectura de Lisboa
📍 À procura da leveza
Visita-oficina – 2h
Onde iremos encontrar leveza para desenhar o mundo que nos rodeia? Volta e meia, será de certeza com ajuda da Natureza — com ética e estética, praticando a biomimética. As crianças, espertas e despertas, aprendem a reconhecer que retirar leva a atrocidades e aproveitar traz oportunidades. Usando peso-contrapeso e ação-reação, vamos juntar peças, elementos, desperdícios, fragmentos, e resolver enigmas tridimensionais, como fazem as plantas e os animais, ou as pessoas com saberes ancestrais.
Conceção Serviço Educativo da Trienal de Arquitectura de Lisboa, a partir da atividade concebida por Júlio Gotor Valcárcel com Thais Bressiani e Daniella Figueiredo
Orientação Thais Bressiani e Daniella Figueiredo
Marcação
Programa Vincular 2025-26 Escolas
Marcações e Contactos
As atividades realizam-se de terça-feira a domingo, das 10:00 às 17:00, e requerem sempre marcação prévia.
A marcação é sempre confirmada pelo Serviço de Educação e Mediação.
As visitas orientadas às exposições são realizadas exclusivamente por mediadores do Serviço de Educação e Mediação.
Número mínimo: 10 participantes
Número máximo: 1 turma
Marcações por telefone (+351) 213 612 800 (chamada para a rede fixa nacional), de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:30.
Marcações por e-mail: servico.educativo.museu@ccb.pt ou através do formulário 3º ciclo ou Secundário.
Preçário
Escolas e instituições (IPSS, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais) Visita-jogo, visita orientada, visita temática, visita geral e visita breve: 2 € / participante
Visita-jogo-oficina e visita-oficina: 3,5 € /participante
Grupos privados: preço sob consulta
Acessibilidades
Elevadores, rampas, casas de banho adaptadas e cadeiras de rodas.
Normas e recomendações
Antes da visita:
Rever as normas e recomendações do museu;
Chegar à receção do museu alguns minutos antes da visita;
Não levar comida ou bebidas para dentro do museu;
Deixar chapéus-de-chuva nos bengaleiros;
Deixar, se possível, as mochilas nos autocarros; caso contrário, devem deixá-las no bengaleiro ou nos cacifos;
Colocar telemóveis em modo silencioso antes de entrar no museu.
Nota:
Os professores ou acompanhantes são sempre responsáveis pelo comportamento e segurança do grupo; em situação alguma assumirá o museu essa responsabilidade.
Durante a visita não pode:
Falar alto / Perturbar as visitas de outros grupos / Correr / Empurrar / Ultrapassar as linhas limitadoras no pavimento / Tocar nas obras e nos suportes expositivos
Encostar-se às paredes / Tirar fotografias, para não perturbar / Só é permitido desenhar ou escrever com lápis em suportes inferiores a 30 x 40 cm.
A utilização de outros materiais é reservada a atividades orientadas por colaboradores do Serviço de Educação e Mediação;
Só é permitido tirar fotografias sem flash.
A programação pode ser alterada por motivos imprevistos.
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