Fado e Flamenco

Identidade F, Fado e Flamenco

Há Fado no Cais

©Paulo Pardela

Partindo da premissa que o encontro com o outro é a melhor forma de nos espelharmos e de nos          (re)construirmos enquanto seres únicos, este espetáculo fala-nos de amor. Num primeiro momento, de um amor vulnerável, carregado de expetativas e ilusões, que rapidamente dão lugar ao abandono, ao frio, ao amargo, à incompreensão, à solidão, à dor insuportável de quem tirou os pés do chão, do seu próprio chão, e depositou mais do que devia e podia nas mãos do outro. O ego obriga-nos a resistir, a lutar, a questionar, a negar a transformação mas, em algum momento, no meio desse vazio, dá-se o verdadeiro encontro: o encontro consigo próprio. A partir daqui a perspetiva muda! O verbo predominante passa a ser aceitar e as sensações passam a ser de liberdade, frescura, alegria e verdade.

Coprodução | CCB | Egeac | Museu do Fado

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3 novembro 2017 | 21:00

M/6
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