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L’Isola Disabitata

Divino Sospiro

© Nuno Gervásio

Com legendagem
Transmissão em direta pela RTP -Antena 2 no dia 26 de novembro

O libreto de L’Isola Disabitata foi escrito pelo maior poeta para música do séc. XVIII, Pietro Metastasio. Teve a sua primeira apresentação no dia 31 de maio de 1753 em Aranjuez, com música do compositor austríaco de descendência italiana Giuseppe Bonno (1711-1788). Em Portugal, L’Isola Disabitata foi apresentada com música de David Perez em 1767 e teve várias apresentações nos teatros reais portugueses.

Esta breve peça teatral pode ser considerada como uma reformulação do mito de Orfeu e Eurídice. Os motivos principais do conto estão aqui todos reunidos: a viagem, a separação dos jovens esposos, a morte simbólica, o reencontro com a amada, a ressurreição e o triunfo final do bem acima do mal. A dicotomia homem | natureza perpassa, ainda, pela leitura de uma obra que se assume como exemplar na demonstração das contradições e mal-entendidos em que os seus protagonistas se deixam enredar.

Após o sucesso de Antígono (2011) o Divino Sospiro regressa ao mesmo período histórico e à ópera encenada. Se em Antígono “a maravilhosa máquina do barroco” se reconfigurou naquilo que foi apelidado na altura como “barroco digital”, nesta nova produção voltam a aliar-se na cena as tecnologias contemporâneas e o estrito respeito pela tradição barroca e pela música historicamente informada.



Música David Perez (1711 – 1778)
Libreto Pietro Metastasio (1698 – 1782)
Orquestra DIVINO SOSPIRO
Direção Musical Massimo Mazzeo

Com

Francesca Aspromonte
Eduarda Melo
Joana Seara
Bruno Almeida

Conceção e direção Carlos Pimenta
Figurinos José António Tenente
Vídeo João Pedro Fonseca
Desenho de Luz Rui Monteiro
Espaço cénico Carlos Pimenta e João Pedro Fonseca
Tradução Adriana Latino
Edição crítica da partitura Iskrena Yordanova  


Produção | CCB







 

 

 

25 e 26 novembro 2016 | 20:00

M/6
2h15 c/intervalo
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