Este evento já decorreu.

Festival Monteverdi 2017/2018

Comemoração dos 450 anos do Nascimento de Claudio Monteverdi

La Venexiana Orfeu

La Venexiana Orfeu

SETEMBRO A OUTUBRO
Em 2017, celebram-se os 450 anos do nascimento de uma das figuras mais importantes da História da Música: Claudio Monteverdi (1567-1643).
Considerado como o pai da Ópera, o seu Orfeo, de 1607, foi a primeira obra a reunir os ingredientes básicos da ópera de forma consistente. Os primeiros dramas líricos de Monteverdi foram criados para a corte de Mântua, mas as suas obras-primas posteriores já se destinavam ao público de Veneza, onde fez cantar uma das maiores obras-primas de todos os tempos: As Vésperas de Nossa Senhora. O CCB comemora este génio da história da música com um fim de semana de concertos.

 

14 SETEMBRO 2017
GRANDE AUDITÓRIO / 21:00
VÉSPERAS DE NOSSA SENHORA (1610)
CLAUDIO MONTEVERDI
LUDOVICE ENSEMBLE
Fernando Miguel Jalôto, órgão e direção musical
María Hinojosa Montenegro e Eduarda Melo, sopranos
André Lacerda e Rui Aleixo, altos
Fernando Guimarães, Jan Van Elsacker, João Rodrigues,
João Custódio, tenores Hugo Oliveira e Tiago Mota, baixos

As Vésperas de Nossa Senhora publicadas em 1610
por Monteverdi são, não só a sua mais famosa e
emblemática composição sacra, como uma das obras mais
paradigmáticas da música ocidental. Foram escritas num
período de radical mudança na trajetória profissional do
compositor, quando este assumiu o posto de Mestre de
Capela da Basílica de S. Marcos em Veneza.



16 SETEMBRO
GRANDE AUDITÓRIO / 21:00
ORFEU
CLAUDIO MONTEVERDI
LA VENEXIANA

Na noite de 24 de fevereiro de 1607, os espaços do palácio
do duque de Mântua abriram-se para um acontecimento
musical a que hoje chamaríamos “experimental”.
Tratava-se de ouvir e ver representada uma favola in
musica encomendada pelo duque Francesco Gonzaga ao
compositor Claudio Monteverdi, autor de cinco famosos
livros de madrigais. Essa noite ficaria célebre: foi aí que se
estreou L’Orfeo, que muitos têm como a primeira ópera
no sentido moderno.

 

 

16 E 17 SETEMBRO 2017
SALA LUÍS DE FREITAS BRANCO
MADRIGAIS
CLAUDIO MONTEVERDI

16 SETEMBRO 2017
11:00 CORO RICERCARE — LIVRO III
14:30 CORO RICERCARE — LIVRO IV
17:00 GRUPO VOCAL OLISIPO — LIVRO V

17 SETEMBRO 2017
11:00 OFFICIUM ENSEMBLE — LIVRO I
14:30 OFFICIUM ENSEMBLE — LIVRO II
17:00 GRUPO VOCAL OLISIPO — LIVRO VI
21:00 LA VENEXIANA — LIVROS VII E VIII

Musicalmente, a 1ª década do século XVII assistiu a
uma verdadeira revolução musical em que todo o saber
e prática medievais, ancorados no contraponto, na
polifonia imitativa e na modalidade (Prima Prattica) foram
subitamente substituídos por uma nova forma de conceber
a música, com a invenção da monodia acompanhada,
do baixo contínuo e de uma conceção harmónica da
composição (Seconda Prattica). Os compositores e
intérpretes, perfeitamente conscientes da radicalidade
das suas propostas - ainda que fundamentassem as suas
ações num retorno aos ideais clássicos da Antiga Grécia
- assumiram-nas como Nuove Musiche. Os Madrigais são
assim a melhor forma de acompanharmos esta revolução
na música.



3, 10, 17, 24 e 31 OUTUBRO | 18:00
5€ (por sessão) e 20€ (cinco sessões)
CICLO O BARROCO NA LITERATURA

MARIA ALZIRA SEIXO


«À beira destas águas tristemente me inclino
Vendo correr bem juntos as águas e meus dias.»
Du Perron


«O trigo que caiu nos espinhos, nasceu, mas afogaram-no.»

Padre António Vieira

O Barroco na Literatura caracteriza a literatura ocidental
do séc. XVII, vindo das artes visuais italianas, com relevo
na Ibéria e em França, onde o Renascimento e o Classicismo
lhe não são imunes, pelo maneirismo. Os descobrimentos e lutas
religiosas originam sensações de exuberância, antítese e ilusão,
visíveis no discurso literário: do teatro de Lope de Vega à prosa
de Vieira, da poesia de Francisco M. Melo a Rodrigues Lobo
e Fénix Renascida, na ficção científica de Cyrano de Bergerac.

Literatura e Pensamento
4, 11, 18, 25 SETEMBRO e 2 OUTUBRO
18:00 às 19:00
5€ (por sessão) e 20€ (cinco sessões)
CICLO O MITO DE ORFEU NA LITERATURA E NA MÚSICA
MIGUEL SANTOS VIEIRA

Orfeu é um dos temas míticos fundamentais da cultura ocidental,
desde a Antiguidade clássica até à ópera que nele se baseia,
tendo sido usado por poetas, filósofos e músicos para expressar
um conjunto de ideias sobre o poder transformador da música.
Várias obras literárias e musicais deram consistência ao Mito
de Orfeu. Libretistas, escritores, poetas como Politian, Rilke
e Cocteau convocam Orfeu como meio de expressarem
o sentido do lugar da música na existência humana.
O curso oferecerá uma vasta panorâmica sobre a música inspirada
pelo Mito de Orfeu, através dos séculos. Nele serão desmontadas
algumas das suas mais surpreendentes tramas. As sessões serão
profusamente ilustradas com excertos áudio-vídeo das obras
musicais e músico-teatrais mais representativas.

 


Lorem ipsum

SETEMBRO A OUTUBRO

No CCB
Enviar a um Amigo