Bem-vindo à Cidade Aberta
O Centro Cultural de Belém é gerido por uma Fundação que tem por objetivo a promoção da cultura, desenvolvendo a criação e a difusão em todas as suas especificidades, da música clássica ao jazz, do teatro à dança, da ópera à literatura, da arquitetura ao cinema.
Em 2023, o Centro de Exposições do CCB abriu portas como MAC/CCB – Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura. O museu possui em depósito a Coleção Berardo, a Coleção Holma/Ellipse e a Coleção Teixeira de Freitas, bem como núcleos da Coleção de Arte Contemporânea do Estado que o tornam, no contexto português, no mais importante conjunto internacional de obras produzidas desde o modernismo.
O CCB oferece-se também como um centro para a realização de conferências e reuniões profissionais. A Fundação tem por fim especial assegurar a conservação, administração e desenvolvimento do património do Centro Cultural de Belém (DL. 391/99, de 30 de setembro).
Centro de Arquitetura
Diferente das habituais galerias e museus, o Centro de Arquitetura assume-se como um espaço claramente vocacionado para exposições de arquitetura. Dispondo de uma área de 2.125m2, reúne condições expositivas ideais para a arquitetura. O Serviço de Educação e Mediação oferece uma programação regular de visitas guiadas e oficinas concebidas para crianças, escolas e famílias.
Fábrica das Artes - Para Todas as Infâncias
Situada no Jardim das Oliveiras, a Fábrica das Artes é uma área de programação do CCB centrada nas artes performativas. Dirige-se a públicos diversos, mas sobretudo aos mais novos, escolas e famílias, e profissionais que cruzam o espaço de encontro entre a Arte e a Educação, e público em geral.
MAC/CCB - Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura
O Museu ocupa uma área total de 9000 m2, com galerias de exposição flexíveis que permitem realizar todo o tipo de exposições e propor abordagens multidisciplinares. Inaugurado em 1993 como Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém, neste espaço foram apresentadas inúmeras exposições de ciência, arte e design, de carácter nacional e internacional. De 1999 a 2006, o Centro de Exposições acolheu o Museu do Design e, entre 2007 e 2022, foi casa do Museu Coleção Berardo (Fundação de Arte Moderna e Contemporânea - Coleção Berardo).
Jardim das Oliveiras
Virado a sul, este jardim é um espaço privilegiado sobre o rio Tejo. Com acesso pela Praça CCB ou pela Av. da Índia, este é o local ideal para piqueniques à sombra das oliveiras, ou para uma refeição ligeira na esplanada do restaurante EsteOeste. No verão, oferece programação diversificada (concertos, cinema, etc.) para todos.
Sabia que a Torre do Grande Auditório
foi projetada propositadamente para albergar toda a caixa de Palco, dispondo de um sofisticado sistema de 35 varas e 21 varas contrabalançadas, que permitem a exibição de elementos cénicos para todo o tipo de espetáculos, incluindo ópera.
Sabia que o CCB
está revestido a pedra calcária «Abancado de Pêro Pinheiro» com acabamento «Rústico Gastejado». Idêntica à pedra que outrora foi utilizada no Mosteiro dos Jerónimos, e em toda a Lisboa setecentista, confere ao edifício uma vibração muito particular em função das diferentes horas do dia.
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
Construção do CCB ©CCB
A construção do CCB foi decidida em 1988. É um complexo composto por um centro para exposições temporárias, que desde 2006 até 2022 acolheu o Museu Berardo, um módulo com salas polivalentes, um auditório para música sinfónica e ópera e outro mais vocacionado para artes performativas, e um centro de reuniões que acolheu a Presidência Portuguesa da União Europeia, em 1992. Este edifício, assinado pelos arquitetos Vittorio Gregotti (Itália) e Manuel Salgado (Portugal), tem hoje uma intensa programação cultural e uma importante atividade como Centro de Congressos e Reuniões. É classificado desde 2002 como monumento de interesse público.
Lançado o concurso internacional pelo Instituto Português do Património Cultural, recolheram-se 57 projetos, dos quais seis foram convidados a desenvolver o anteprojeto. A proposta selecionada foi a do consórcio do Arquiteto Vittorio Gregotti (Itália) e do Arquiteto Manuel Salgado (Portugal) que previa a construção de cinco módulos: Centro de Congressos e Reuniões, Centro de Espetáculos, Centro de Exposições, Zona Hoteleira e Equipamento Complementar. Estão edificados os três primeiros módulos, respetivamente o Centro de Congressos e Reuniões, o Centro de Espetáculos e o Centro de Exposições ( que acolheu até 2022 a Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Museu Coleção Berardo, estando a decorrer os procedimentos para a conclusão dos restantes módulos.
O Centro de Congressos e Reuniões foi pensado para acolher, de forma privilegiada, congressos e reuniões de qualquer natureza ou dimensão. Dotado com sofisticados equipamentos audiovisuais e cénicos, o Centro de Congressos é a uma feliz combinação entre negócios e cultura. A estrutura passou também a incluir os serviços gerais de funcionamento do CCB, várias lojas, um restaurante, dois bares e duas garagens abertas a utilizadores.
O segundo módulo, o Centro de Espetáculos, é o epicentro da produção e apresentação da atividade artística, em todas as suas dimensões, do CCB. São três salas de diferentes dimensões equipadas para acolher diversos tipos de espetáculos, do cinema à ópera, da dança ao teatro, do jazz à performance. O Grande Auditório tem uma capacidade de 1429 lugares, o Pequeno Auditório tem uma lotação de 348 lugares e a Sala de Ensaio comporta 72 lugares. É ainda nesta estrutura que se encontram as salas de apoio à produção e preparação dos espetáculos.
De 1999 a 2006, o Centro de Exposições acolheu o Museu do Design e, entre 2007 e 2022, foi casa da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Coleção Berardo. A partir de 2023, e já reintegrado no CCB, o espaço abriu portas como MAC/CCB – Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura. Com uma área expositiva de 9000 metros quadrados, o museu possui em depósito a Coleção Berardo, a Coleção Holma/Ellipse e a Coleção Teixeira de Freitas, bem como núcleos da Coleção de Arte Contemporânea do Estado que o tornam, no contexto português, no mais importante conjunto internacional de obras produzidas desde o modernismo.
A relação transversal entre artes visuais, artes performativas e arquitetura é também uma componente central da visão do MAC/CCB, até pela relação orgânica com o Centro de Arquitetura, integrado agora na sua estrutura.
A Livraria e a Cafetaria Almedina são parte integrante da oferta do museu.
O CCB ocupa hoje uma área de construção de 97 mil metros quadrados, distribuída por seis hectares separados por duas ruas internas e unidos pelo caminho José Saramago que cria uma continuidade com a Praça do Império, negando a tradicional separação entre o interior e o exterior. É uma pequena cidade, com jardins, lagos, pontes, rampas, ruas, praças, cantos, onde se destaca, pela sua nobreza, a Praça CCB.
O Centro Cultural de Belém é classificado desde 2002 como monumento de interesse público, através do Decreto n.º 5/2002, DR, 1.ª série-B, n.º 42 de 19 de fevereiro de 2002, incluído na Zona Especial de Proteção do Mosteiro de Santa Maria de Belém.
Terraço Vitorino Nemésio
Assim designado por ser a esplanada contígua à Sala Vitorino Nemésio, beneficia de uma localização extraordinária sobre o rio Tejo, as docas de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. Este amplo terraço comunica com o edifício e tem acesso direto por escadas à Praça do Império.