Datas / horários
Sábado e domingo, 17 e 18 maio de 2025 16:45 na Recepção do Centro Congressos e Reuniões
Dança
Fazer ideia decorre de um convite à artista transdisciplinar Inês Campos para a conceção de uma performance em relação com uma obra de Fernanda Fragateiro patente no CCB. Com um percurso artístico que engloba a coreografia, a música, o cinema e as artes visuais, Inês surpreende-nos pelo hibridismo das suas performances onde apela a um “imaginário de poesia pragmática ou realismo mágico”.
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico privacidade@ccb.pt
Folha de Sala
Biografia
INÊS CAMPOS (Porto, 1990)
Artista interdisciplinar que, interessada em coreografia, cinema, música e artes visuais, cria projetos híbridos onde explora a relação entre o corpo e o seu lugar simbólico através de um imaginário de poesia pragmática, ou realismo mágico, que justapõe o real e o irreal
Como criadora, assina as peças coexistimos [Festival Cumplicidades 2018], Artificĭu [Teatro do Bairro Alto 2021] e fio ^ [Fundação Serralves, Festival DDD, Porto 2024].
É co-criadora das peças frente-a-frente com Vahan Kerovpyan [Cultura em Expansão 2024], Castōr e Pollūx considerate lillia com Teresa Campos [Teatro Municipal do Campo Alegre, Porto 2022], Sublinhar com Marta Cerqueira, e HALE e ELAH com o coletivo internacional thistakestime [2012-2017].
Colabora ou colaborou com Sofia Dias & Vítor Roriz [Sons Mentirosos Misteriosos 2020-2024], Flora Détraz [Muyte Maker 2018-2023], Kalle Nio [Cutting Edge 2016-2018] e Tânia Carvalho [Icosahedron 2011-2018].
No cinema, colaborou no filme de animação Bau Probe de João Calixto [2022] e participou em longas-metragens como A Metamorfose dos Pássaros de Catarina Vasconcelos [2020], AMOR FATI de Cláudia Varejão [2020], Body-Buildings de Henrique Câmara Pina [2021], CURA#1 de Joana Peralta [2023], e quer fazer mais cinema.
Na música, é cofundadora das bandas Sopa de Pedra [2013], com dois álbuns lançados (ao longe já se ouvia e Do Claro ao Breu), e Tigre [2022], onde intervem como compositora, performer, música e grafista.
Já colaborou em gravações ou atuações ao vivo com José Mário Branco, Júlio Pereira, Fausto Bordalo Pinheiro, Manel Cruz, Lula Pena, Amélia Muge, Perota Chingo, Luca Argel, Retimbrar e Capicua.
Além disso, expôs os seus bordados e objectos-poema em exposições na galeria Le Non-Lieu, em Roubaix [Small is beautiful 2014, 2016, 2018], e na Fundação de Serralves no Porto [2024]. Partilha as suas práticas artísticas através de workshops em Portugal e Bélgica, explorando o cruzamento entre voz e corpo.
Teve formação em violoncelo e canto no Bando dos Gambozinos e no Conservatório de Música do Porto [2000-2007], graduou-se na Escola Superior de Dança [Lisboa 2011] e especializou-se no PEPPC – Fórum Dança [Lisboa 2012], Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq [Paris 2013], Curso de Formação de Animadores Musicais [Porto 2014] e Curso de Ritmo com Santiago Vazquez [Lisboa 2023].
João Grilo
Interessado pelas linguagens do absurdo e do espanto, trabalha como artista sonoro, performer, compositor, poeta e letrista. Como criador trabalhou em THEORIES, em colaboração com o fotógrafo João Hasselberg, HVIT, com o realizador Miguel C Tavares. É coautor de i pru vi ‘zar, com Marcos Cavaleiro, e apresenta-se frequentemente em concerto como improvisador-criador. Trabalha com a banda Tigre, na qual é compositor, letrista, cantor e pianista. Lançou dois livros de poesia em edição de autor: Observatório (2019) e Teoria do Sim (2023). Compôs a ópera de câmara e participou na escrita do respetivo libreto de Pequena História de Um Povo com Memória, criou as sonoplastias das peças de teatro Parallax, de Inês Garrido, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma História de Amor, de António Parra, companhia A Turma, as bandas sonoras das peças de dança coexistimos, Artificiu e fio^, de Inês Campos, e Considerate Lilia, de Inês e Teia Campos. Na área do circo, compôs a banda sonora de Solos a 180º, da companhia Radar360, e, na área do cinema, a banda sonora do filme As Horas, de Marta Reis e Marta Sousa Ribeiro, e do filme Lisboa, de Madalena Boto. Para além do seu trabalho como criador sonoro para dança, filme e teatro, foca-se atualmente como criador em Frestão e ivu’kar, dois projetos que cruzam as disciplinas da poesia, música, interpretação e movimento e exploram temas como o subliminar, o invisível, o absurdo, a ideia de biografia coletiva, o riso e o choro. Gravou em mais de uma dezena de álbuns com músicos como Retimbrar, Unsafe Space Garden, Paal Nilson-love, Christian Meaas Svendsen, Marcos Cavaleiro, Demian Cabaud, Mané Fernandes, Coreto Porta-Jazz.
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A Fundação CCB reserva-se o direito de recolher imagens e registos de sons para divulgação e proteção de memória da sua atividade artística.
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Idades
Maiores de 6 anos
Ficha Técnica
Imagem (c) João Pádua
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