Vidas Íntimas de Noël Coward

Artistas Unidos

Vidas Íntimas de Noel Coward ©Jorge Gonçalves

Vidas Íntimas de Noel Coward ©Jorge Gonçalves


«AMANDA É preciso ser tão antipático?
ELYOT É sim senhora, muito preciso mesmo. Em toda a minha vida nunca tive tanta vontade de ser antipático.»

Noël Coward, Vidas Íntimas

Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

«A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos», diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélias e muita malícia. Mas vistas agora, estas Vidas Íntimas são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Côte d'Azur, quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor «menorizado» e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas. - Jorge Silva Melo

Tradução Miguel Esteves Cardoso
Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues, Isabel Muñoz Cardoso
Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Som André Pires
Assistência de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues
Encenação Jorge Silva Melo

Produção | Artistas Unidos

Coprodução | CCB/Teatro Nacional São João


4, 5, 6 e 7 março | 21:00
8 março | 16:00 
M/12
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