MAPA IMPERMANENTE – Estreia
Lucas Damiani & Luísa Capalbo | Festival Cumplicidades
Datas / horários
Sábados, 17 e 24 maio de 2025 17:30 no Foyer do Grande Auditório
Instalação
Performance
Lucas Damiani, performer com um percurso consolidado em fotografia, e Luísa Capalbo, arquiteta com experiência em instalações participativas e projetos pedagógicos, aceitaram o desafio dos curadores de criar um mapa visual que revela afinidades formais e conceptuais entre as diferentes propostas artísticas desta edição do CUMPLICIDADES. Em cada apresentação, ativarão esse mapa com o público, desvelando novos sentidos, num exercício de dramaturgia coletiva do Festival.
Cada proposta artística oculta um corpo de textos, desenhos, músicas, partituras, vídeos e outros materiais que acompanham a criação, quer como modo de documentação do processo, quer como fonte de inspiração e influência criativa. Em diálogo com cada artista do Festival, Lucas & Luísa recolhem vários desses materiais e montam um mapa visual e sonoro onde os colocam em relação. Uma cartografia onde podem ser identificados os desejos, motivações e intenções de cada processo, assim como as afinidades e correspondências entre diferentes artistas. Trata-se de uma instalação cumulativa, uma vez que vai integrando o material documental das performances à medida que são apresentadas no Festival. É também uma instalação em constante transformação e de carácter participativo porque em cada um dos locais onde este mapa é apresentado, Lucas e Luísa estarão presentes para o reconfigurar colaborativamente.
A Fundação Centro Cultural de Belém reserva-se o direito de proceder à captação, armazenamento e utilização de registos de imagem, som e voz, com a finalidade de difusão e de preservação da memória, quer das suas atividades culturais e artísticas, quer dos seus espaços. Para quaisquer esclarecimentos adicionais utilize o endereço eletrónico privacidade@ccb.pt
Folha de Sala
Biografia
Lucas Damiani (Uruguai, 1994) é artista interdisciplinar. Atua entre as artes cénicas e visuais, com formação em fotografia, psicologia, dança contemporânea e performance. As suas obras foram exibidas no Uruguai, Itália, Peru, Espanha e Bulgária, tendo recebido o prémio BFOTO Emergentes (Espanha) em 2019. Em Portugal, concluiu os PACAPs 5 & 6 (Fórum Dança) e desenvolve o projeto HYDRA, que explora a fusão de corpos e materiais. Recentemente, colaborou no MAC-CCB, Lisboa, e na peça cão de sete patas de Bibi Dória. O trabalho de Lucas investiga as interações entre imagem, performance, materialidades, espaço e corpo.
Luísa Capalbo é formada arquiteta e urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP, 2021- Brasil). Entre territórios, narrativas e aprendizagens, sua trajetória profissional é enveredada por projetos comunitários e colaborativos cujo enfoque se dá pelas infâncias e pelos possíveis encontros entre o espaço público e os imaginários. Trabalha com concepção, gestão, mediação e produção de dinâmicas lúdico-participativas e construção coletivas. Se dedica também a projetos expositivos e instalações efêmeras, buscando formas de manifestação dos espaços imaginados e narrativas subjetivas na esfera concreta, e, com o mesmo intuito, a projetos autorais literários destinados ao público infantil. Em 2024 colaborou no projeto Paisagem Boldo, de João Gonçalo Lopes e Gustavo Ciríaco, exposto no CCB e neste momento é integrante no Colectivo Til no projeto Assembleia do Desejar, para o Festival Desejar – Braga 25. // https://www.luisacapalbo.com/
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A Fundação CCB reserva-se o direito de recolher imagens e registos de sons para divulgação e proteção de memória da sua atividade artística.
Caso precise de alguma explicação adicional, poderá entrar em contacto connosco através de ccb@ccb.pt.
Idades
A classificar pela CCE
Ficha Técnica
Conceção e criação Lucas Damiani & Luísa Capalbo
Apoio Noah Rees
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