    BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Centro Cultural de Belém - ECPv5.16.4//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:Centro Cultural de Belém
X-ORIGINAL-URL:https://www.ccb.pt
X-WR-CALDESC:Events for Centro Cultural de Belém
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:Europe/Lisbon
BEGIN:DAYLIGHT
TZOFFSETFROM:+0000
TZOFFSETTO:+0100
TZNAME:WEST
DTSTART:20250330T010000
END:DAYLIGHT
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:+0100
TZOFFSETTO:+0000
TZNAME:WET
DTSTART:20251026T010000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=Europe/Lisbon:20250619T200000
DTEND;TZID=Europe/Lisbon:20250619T200000
DTSTAMP:20261018T053610
CREATED:20240906T121643Z
LAST-MODIFIED:20250617T142549Z
UID:184105-1750363200-1750363200@www.ccb.pt
SUMMARY:talvez… Monsanto
DESCRIPTION:A música tradicional da Beira Baixa e o Fado\, o campo e a cidade\, o adufe e a guitarra portuguesa\, os cantos religiosos e a poesia de Ruy Belo\, o granito e o vento\, o ancestral e o moderno\, a infância e a morte\, a roda e a cruz. Talvez a palavra-chave para acedermos a talvez… Monsanto seja «coabitação»\, a arte de transformar a estranheza em afinidade\, a arte do encontro da raiz de uma coisa com a raiz de outra. \ntalvez… Monsanto é um encontro improvável (mas desarmante) de artistas\, pensado e promovido por Ricardo Pais para uma cena que ele preenche em diálogos constantes entre linguagens\, estilos\, premonições\, afetos e talentos. Com direção musical de Miguel Amaral\, percussões de Rui Silva e as participações de Luísa Cruz\, Miguel Xavier\, Simão do Vale Africano e Deeogo Oliveira\, a música da Beira Baixa (trazida por e interpretada pelas Adufeiras de Monsanto) ganha o espaço que merece como produto único do património cultural português. O vídeo que Luís Porto concebe para o espetáculo\, para além de uma interpretação das simbologias campestres e ancestrais presentes na música\, é em si uma homenagem àquele território em desertificação lenta no interior do país. O cruzamento entre o cancioneiro da Beira Baixa (compilado por Laura Pedro e Amélia Mendonça) e o Fado não será uma surpresa para quem conheça outros trabalhos do encenador\, mas é certamente um brilhante exercício que gravita a «portugalidade» que Ricardo Pais trabalha desde o seu regresso do exílio em Inglaterra\, em 1974. \nEsta remontagem\, em Lisboa e no CCB\, contará com duas novas intérpretes\, cantoras e tocadoras de Adufe\, revisões de alinhamento e guião\, alterações aos arranjos e composições e revisões de cenário\, figurinos\, desenho de luz e desenho de som. \n  \nCONVERSA \n80 Anos de Ricardo Pais\n21 de junho\, 16:30\, Sala Sophia de Mello Breyner Andresen\nEntrada livre (sujeita à lotação da sala) \nNo ano em que celebra 80 anos\, Ricardo Pais é homenageado no CCB. Moderada por João Carneiro\, esta conversa reúne figuras que marcaram o percurso do encenador\, como João Reis\, António Lagarto\, Nuno Carinhas\, Pedro Sobrado e Manuel Maria Carrilho. \nApresentação realizada com o apoio do Teatro Nacional São João\, no quadro do programa de homenagem RP 80.
URL:https://www.ccb.pt/evento/talvez-monsanto/2025-06-19/
LOCATION:Centro Cultural de Belém\, Praça do Império\, Lisboa\, Lisboa\, 1449-003\, Portugal
CATEGORIES:Espetáculos,Teatro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://www.ccb.pt/wp-content/uploads/2024/08/2000x940_site_RicardoPais_TUNA_TNSJ-e1748939024431.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=Europe/Lisbon:20250619T200000
DTEND;TZID=Europe/Lisbon:20250619T210000
DTSTAMP:20261018T053610
CREATED:20250423T133246Z
LAST-MODIFIED:20250527T113732Z
UID:214795-1750363200-1750366800@www.ccb.pt
SUMMARY:Trilogia das Cores — VARIAÇÕES DO BRANCØ vol.3
DESCRIPTION:Trilogia das Cores\, de Filipe Raposo\, parte de uma reflexão artística sobre a influência da cor ao longo da História e no seu percurso enquanto músico: o vermelho (Øcre vol.1)\, o preto (Øbsidiana vol.2) e o branco (Variações do Brancø vol.3). A cor surge\, no seu trabalho\, como chave no processo criativo e composicional\, que\, ao evocar o próprio nascimento da arte\, ganha dimensão metafórica e simbólica. \nNalgumas culturas orientais\, o branco é a cor do luto e da resiliência dos seres humanos\, ao mesmo tempo que é a cor da página em branco\, que permite reinventar a nossa história. O branco evoca paisagens imaculadas\, distâncias monótonas\, das vastas planícies geladas aos desertos de areia clara. O branco é também a cor da novidade\, do começo. Simboliza o renascimento\, simplicidade e restauração. As cores da primavera são representadas com as pétalas brancas e significam renovação e eterno retorno. Partindo de uma lista simbólica\, como o branco sal\, o branco neve\, o branco-marfim\, o branco albornoz\, o branco areia\, a noite branca ou branco cal\, a cor vai sugerindo e moldando o processo criativo e composicional. Neste disco\, que agora apresenta ao vivo no CCB\, Filipe Raposo volta ao diálogo entre o norte e o sul\, do som que afasta estas duas geografias\, mas que também as aproxima. Das melodias melismáticas com sabor a sul\, às harmonias minimais influenciadas pelos silêncios frios e invernos longos.
URL:https://www.ccb.pt/evento/trilogia-das-cores-variacoes-do-branco-vol-3/
LOCATION:Centro Cultural de Belém\, Praça do Império\, Lisboa\, Lisboa\, 1449-003\, Portugal
CATEGORIES:Espetáculos,Jazz,Música
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://www.ccb.pt/wp-content/uploads/2025/04/2000X940_FilipeRaposo_creditoAbelAndrade.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR