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SUMMARY:1984 de George Orwell - uma nova adaptação de Robert Icke e Duncan Macmillan
DESCRIPTION:O’Brien Se\, por exemplo\, servisse os nossos interesses atirar ácido sulfúrico na cara de uma criança — estão dispostos a fazê-lo? \n  \n«O GRANDE IRMÃO ESTÁ SEMPRE A OBSERVAR-TE.» Este aviso rege o futuro assustador e distópico do clássico de George Orwell\, 1984\, adaptado para o palco por Robert Icke e Duncan Macmillan. O partido totalitário proíbe o individualismo\, a independência e o pensamento livre\, distorcendo o passado à sua vontade e controlando os seus cidadãos com medo e violência. No coração deste mundo sombrio\, Winston Smith ousa sonhar com um mundo livre do Big Brother. Conseguirá um homem\, por meio de pequenos atos de desafio — começar um diário\, apaixonar-se — defender a verdade\, a liberdade e a esperança para as gerações vindouras? \n 
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SUMMARY:Static Shot + a Folia
DESCRIPTION:Programa duplo do Centro Coreográfico Nacional – Ballet de Lorraine (França)\, que apresenta no CCB duas encomendas: Static Shot\, de Maud Le Pladec\, e a Folia\, do coreógrafo português Marco da Silva Ferreira. \n  \nStatic Shot \n«Imagino um dispositivo cénico muito específico\, situado entre a peça coreográfica\, a instalação cénica e o dispositivo cinematográfico. A dramaturgia da peça\, concebida como um bloco de corpos\, imagens e sons\, não terá princípio\, meio ou fim. Como num clímax permanente\, o grupo de bailarinos sustentará esse pico em conjunto\, com a energia sempre a precisar de ser mantida no seu auge. Como prever\, então\, as questões da tensão\, êxtase e prazer partilhados? E quanto ao relaxamento\, respiração ou perda? E se o prazer se tornar motivo de tensão? A dinâmica da peça – que vai do mezzo forte ao fortississimo – fará com que esteja sempre num crescendo\, convidando os espectadores a participar num êxtase sem fim.» — Maud Le Pladec \n  \nConceção e coreografia Maud Le Pladec\nMúsica Pete Harden e Chloé Thévenin\nConselhos sobre difusão sonora Vicente Le Meur\nLuz Eric Soyer\nCriação e execução de figurinos Christelle Kocher – KOCHÉ\, assistida por Carles Urraca Serra – KOCHÉ\nAssistência de figurinos Laure Mahéo\nAssistência de coreografia Régis Badel\nAssistência de dramaturgia Balduíno Woehl\nCom a participação da Secção de bordados do Colégio Lapie (Lunéville)\nProdução CCN – Ballet de Lorraine\nCoprodução CCNO d’Orléans \nO espetáculo estreou-se a 24 de novembro de 2021 no Scène nationale d’Orléans. \na Folia \nCom a Folia\, Marco da Silva Ferreira parte de um fenómeno português do século XV para explorar os conceitos de êxtase\, euforia e rebelião coletiva\, como impulsionadores da construção cultural\, política e artística. \nA folia\, pilar musical do Renascimento\, tem origem na confraternização popular\, onde pastores e pastoras dançavam de forma rápida e confusa\, transportando aos ombros homens vestidos de mulheres. De origem rural\, ligada a rituais de fertilidade\, festas\, música e dança\, rapidamente acabou por marcar também as festividades da corte. \nO termo «Folia» nasceu\, em português\, da associação à palavra fole – objeto utilizado para atiçar o fogo. E tem também uma estreita ligação com a palavra fôlego – que significa «respirar» – e folga – dia de descanso ou lazer. O folião/foliona – a pessoa feliz\, liberta do trabalho\, permite-se encher a cabeça e os pulmões de ar puro e comportar-se com loucura. \nÉ desta teia de referências históricas\, múltiplos significados e metáforas que este fenómeno derivou a sua relevância no passado. Com um pouco de provocação\, dir-se-ia que este impulso também encontraria sentido no presente. \nA partir deste contexto histórico\, o coreógrafo organiza então um encontro ficcional entre o festival português de outrora e as danças contemporâneas. \n  \nCoreografia Marco da Silva Ferreira\nMúsica Luís Pestana inspirado na música de Arcangelo Corelli\, Sonata para Violino em Ré Menor La Folia\, op. 5 n.º 12\nLuz Teresa Antunes\nFigurinos Aleksandar Protic\nAssistência de coreografia Catarina Miranda\nEnsaios Valérie Ferrando\nProdução CCN – Ballet de Lorraine\nCoprodução Mafalda Bastos e P-ulso
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