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DESCRIPTION:Na perspectiva que propomos\, os autos que compõem a Trilogia das Barcas de Gil Vicente são espectáculos musico-teatrais desenhados em formato de câmara\, encomendados para a edição de 2018 dos Dias da Música em Belém\, no Centro Cultural de Belém. Nas suas três obras distintas – Auto do Inferno\, Auto do Purgatório e Auto da Glória – dois actores e cinco músicos partilham entre si tudo o que é apresentado no palco\, saindo por vezes da sua própria esfera\, trocando de papéis e funções. \nA música não ocupa apenas o espaço de comentário entre cenas\, ou de ressonância de algum momento particular. Pretende acompanhar verdadeiramente toda a cena\, mantendo-se insistentemente por detrás das vozes faladas\, alargando a expressão ao canto individual ou em coro\, ou substituindo enfaticamente a caracterização expressiva de algumas personagens. \nPara o novo formato que agora desenhamos\, mais do que criar um espectáculo único a partir destes três autos de Gil Vicente\, articulamos algumas cenas principais\, de modo a recriar mais sinteticamente o ambiente e o espírito de cada um dos autos originais\, procurando manter a linha caracterizadora que tinha sido adoptada aquando da criação anterior. \nDesta forma\, foram retomadas algumas ideias condutoras: o carácter polifacetado\, ágil e contrastante\, que transparece da generalidade das cenas do Auto da Barca do Inferno; um exercício sobre a passagem do tempo – tempo de espera\, de paciência\, de esperança – interiorizado e emocionalmente intenso\, que lemos no Auto da Barca do Purgatório; e a construção hierarquizada e progressiva\, qual cerimonial da corte e da catedral\, que marca todo o Auto da Barca da Glória. \nA visão global\, incarnada por tantas figuras tão magistralmente caracterizadas por Gil Vicente\, expressa-se agora num largo espectro\, que vai desde o ambiente escuro do inferno e da condenação\, aos lampejos das harmonias da glória\, que viajaram do Auto do Purgatório. – Fernando C. Lapa  \nO autor escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico \n  \nConcertos Nómadas  » Raquel Cravino e Cristiano Holtz » Diana Botelho Vieira \n 
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SUMMARY:Ensaio de Orquestra\, a partir de Federico Fellini Direção Tónan Quito
DESCRIPTION:Este espetáculo é uma adaptação do filme Ensaio de Orquestra (1978) de Federico Fellini. No filme\, uma orquestra de música clássica encontra-se num oratório para ensaiar\, aqui é a Orquestra de Jazz do Hot Club de Portugal e o ponto de encontro é o palco do CCB. \nFellini utiliza a orquestra\, os instrumentos\, os músicos e a música como metáfora de uma sociedade em crise. Apesar de Fellini afirmar que não tinha qualquer interesse na política\, constrói um filme em torno de uma orquestra que recusa a sua natureza coletiva\, e onde cada indivíduo tem uma visão egocêntrica do seu papel. Estão apenas unidos pelo propósito de destronar aquele que entendem ser o seu inimigo comum: o maestro.\nO filme foi criticado por muitos. Alguns viram nele uma apologia ao fascismo\, outros apontaram que era uma abordagem política ingénua. Foi considerado reacionário e conservador. Mas para o próprio Fellini\, Ensaio de Orquestra não é nada disso. «É uma parábola ética para provocar uma certa vergonha no povo\, para mostrar que a loucura desorganizada das pessoas pode provocar a loucura organizada do Estado\, a ditadura.» Com este mote\, interessa-nos também perceber onde está a liberdade do músico de jazz. Onde está a liberdade coletiva e individual? \nEste espetáculo será gravado pela RTP. \n 
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