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SUMMARY:Castro\, de António Ferreira | Encenação de Nuno Cardoso
DESCRIPTION:A etimologia do apelido Castro remete para castelo\, construção fortificada. É precisamente um território confinado e claustrofóbico\, o de uma casa-país\, o que Nuno Cardoso nos convida a habitar em Castro (1598)\, do poeta António Ferreira. Encenação estreada em março de 2020 no Teatro Aveirense\, a sua digressão pelo país foi interrompida devido ao confinamento que nos remeteu\, curiosamente\, a casa. Na sua leitura do drama histórico/lenda/mito dos amores de Pedro e Inês\, Nuno Cardoso desvenda-lhe a modernidade e densidade intrínsecas\, veladas pela poesia da linguagem e pela elocução. Castro coloca-nos face à intimidade concreta de personagens que se revelam cativas de si próprias. Como em A Morte de Danton\, a questão da utopia (do amor\, como da revolução) e do seu negro avesso são cruciais: o amor/desejo e o poder como vício e caos\, como cegueira que «escurece daquela luz antiga o claro raio». E como esse escurecimento se replica\, tingindo de sangue e vingança o tecido familiar\, num deslocamento do centro de Castro de Inês\, e da razão de Estado como ficção e moral\, para Pedro\, na sua relação especular com o pai\, Afonso IV. «Que estrela foi aquela tão escura?»
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SUMMARY:Henrique Furtado Vieira
DESCRIPTION:Este espetáculo é uma espécie de organismo vivo que possui os intérpretes. \nEm aparência e no seu discurso verbal\, os intérpretes fazem um passeio por Lisboa num dia. Vão tendo conversas banais e partilhando memórias\, com as quais vão criando uma arqueologia daquilo que são uns para os outros. \nMas paralelamente à (ou por dentro da) «conversa de chacha»\, os corpos projetam um espaço imaginário coletivo onde cada zona do corpo é potencial ponto de acoplagem\, de criação de interstícios\, de espaços visíveis ou invisíveis\, sugerindo acontecimentos exteriores a esses corpos\, ou até criando um terceiro corpo: um corpo de corpos. \nCom a ignição dos corpos\, a palavra abre-se à imprevisibilidade. Por um lado torna-se vulnerável ao estado de não correspondência com os gestos\, compondo-se um certo desajuste\, um desalinhamento incongruente. Por outro lado\, a presença da ação sobre a palavra pode revelar\, paradoxalmente\, não uma divisão ou um corte\, mas uma relação simbiótica entre o movimento e o discurso. No encontro com o corpo em movimento\, as palavras podem até tornar percetível o impercetível\, permitem-nos sermos capazes de ver mentalmente coisas à nossa frente\, de conjeturar e de criar novos significados. \nA ação do corpo encontra múltiplas formas de organização que põem em vibração a «conversa de chacha»\, dando assim visibilidade à dimensão sociológica\, mas sobretudo existencial\, absurda\, trágico-cómica\, do desempenho performativo que sustentamos na vida de todos os dias\, no nosso quotidiano mais trivial. O corpo abre rachas nas palavras e mergulhamos nos abismos\, nas fúrias\, nos monstros\, nos silêncios\, nos buracos negros\, nas utopias e nas distopias que palpitam dentro destes diálogos que nos parecem querer dizer «está tudo bem». \n 
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SUMMARY:The Last Waltz (1978)
DESCRIPTION:No Dia de Ação de Graças de 1976\, os The Band deram o seu concerto de despedida no Winterland\, em São Francisco. Para ajudar a dizer adeus a este influente grupo de rock\, estiveram alguns dos músicos mais aclamados do final dos anos 1960 e 1970. Este filme não é apenas um documentário vibrante daquela noite histórica\, mas também um comentário sobre o mundo do rock da época. A maior parte do filme é composto por imagens do concerto dos The Band e dos artistas convidados\, além de contar com entrevistas com membros do grupo\, que eloquentemente articulam o seu envolvimento pessoal na história do rock and roll.
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CATEGORIES:Cinema
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