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SUMMARY:Formas de Ler
DESCRIPTION:A necessidade da introdução da comicidade na literatura vem de muito longe e o riso é considerado\, ainda hoje\, como o melhor remédio para muitos males. O grande professor de retórica Quintiliano (35-95 d. C.)\, preocupado com o enfraquecimento do poder da oratória\, escreveu um tratado cénico\, onde não se esqueceu de referir a comédia como parte integral do processo de aprendizagem\, integrando os «preceitos escolares do comoedus»\, do ator cómico. Com a nossa atenção focada nesse passado longínquo\, constatamos\, uma e outra vez\, que a comédia tem servido como uma espécie de refrigério em tempos sombrios – como os que estamos a viver – e é suficientemente subversiva e desordeira para incluir críticas mordazes\, e por vezes violentas\, ao status quo\, afirmando-se como o último bastião da liberdade e contra a repressão censória\, seja ela política\, social\, religiosa\, de cariz sexual ou moral. Uma vez que o humor é um exercício de inteligência e de sofisticação\, nada melhor do que iniciar este ciclo de leituras com a controversa e divertida crítica à política ateniense de Aristófanes e terminar com a sensível ironia de Zadie Smith que aborda a relatividade de conceitos como raça\, classe social e felicidade. Nos meses intermédios leremos uma comédia «histórica» de Mário de Carvalho\, a sátira a um escritor «sério» pela pena irreverente de David Lodge e um exemplo do humor devastador de Philip Roth. Não poderíamos deixar de lado Cervantes e as aventuras picarescas do seu Dom Quixote\, leitura que fica destinada ao maior intervalo entre sessões\, ou seja\, durante a época natalícia. Quem melhor do que o velho fidalgo e o seu fiel escudeiro para nos acompanhar nessa quadra? \nBoas leituras. \n  \n  \n 
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SUMMARY:Ensemble Darcos
DESCRIPTION:Quando se comemoram ainda os 250 anos do nascimento de Beethoven\, o Ensemble Darcos regressa aos quartetos de cordas do grande compositor alemão. São obras que ocupam na sua produção um lugar especial\, com grande significado histórico por espelharem inseparavelmente tanto a evolução criadora de Beethoven como do próprio género musical. Foi nos quartetos de cordas que Beethoven travou a sua batalha mais notória contra as convenções musicais\, dedicando-se a este género camerístico em três fases distintas. O quarteto de cordas n.º 6 op. 18 faz parte da primeira fase. É dedicado ao príncipe Joseph Franz von Lobkowitz\, aristocrata da Boémia\, entusiasta e patrono da música e das artes que\, segundo Razumovski\, embaixador da Rússia em Viena\, tocava de manhã à noite e gastava fortunas com músicos. Tem a sua ênfase e subtítulo no quarto andamento\, Malinconia. Melancólico no início e evocação de baile no final\, «deve tratar-se com a maior delicadeza»\, nas palavras do compositor. O segundo quarteto deste concerto\, n.º 7 op. 59\, dedicado a Razumovski\, pertence já a uma segunda fase. Com a primeira audição pública em 1809\, foi considerado «uma farsa má de maluco\, uma música de forja». Beethoven explicou aos críticos: «não é para vós\, é para os tempos por vir.» \n  \nConsultar Ciclo de Música de Câmara / A Afinar 
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