Música Sinfónica

Concerto de Páscoa

Requiem de Brahms

CCB

Requiem de Brahms Concerto de Páscoa

No introito da Missa dos Fiéis Defuntos, na liturgia da Igreja Católica Romana, canta-se: Requiem aeternam dona eis, Domine (Dá-lhes o eterno repouso, Senhor).

Abreviando, chama-se Réquiem a este texto canónico que tem prendido a atenção de tantos compositores desde há mais de cinco séculos. O termo mantém-se, mesmo quando são cantadas diferentes passagens da bíblia e em língua alemã, como acontece nos cerimoniais protestantes. Distingue-se tais casos com a designação Réquiem Alemão. Se bem que desenquadrado do rito religioso, é nesta última tradição que se enquadra esta monumental obra de Johannes Brahms, a mais longa que alguma vez compôs e na qual trabalhou durante as décadas de 1850 e 1860. Resultou de estudos feitos sobre música do passado, de obras de compositores como Mozart, Beethoven e Schubert, para lá de J. S. Bach, Händel, Palestrina e Schütz. Porém, na vez da comiseração, preferiu um registo de paz e de esperança. Paradoxalmente, será, porventura, a composição onde melhor se vislumbra a faceta mais radiante da sua personalidade criativa. Com olhos postos no passado, mais também no futuro, abriu caminho para as quatro sinfonias que tão bem conhecemos.

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Coro Sinfónico Lisboa Cantat
Soprano Sónia Grané 
Barítono André Baleiro 
Maestro do coro Jorge Carvalho Alves
Direção musical Eivind Gullberg Jensen

Johannes Brahms (1833-1897) Um Réquiem Alemão, op. 45 (1865-68)

 

Coprodução | CCB | Metropolitana


5 abril 2020 | 17:00
M/6
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