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Ciclo Pharmácia Amália

Assim devera eu ser

Catarina Moura, Celina da Piedade, Sara Vidal e Ricardo Silva

CCB

Assim devera eu ser ©Cátia Vidinhas

Na sequência do esforço nacional de contenção do novo coronavírus (COVID 19) e em consonância com as orientações da Direção Geral de Saúde, o Centro Cultural de Belém decidiu cancelar a programação de espetáculos e conferências nos seus espaços, bem como as ações destinadas ao público escolar e visitas de grupo, até ao dia 5 de abril.

Estão a ser efetuados esforços no sentido do reagendamento dos espetáculos.

Para o devido reembolso, deverá dirigir-se ao local de compra dos mesmos, a partir do dia 16 de março.

Para compras online irão receber um e-mail com todas as informações.

A situação, vigente a partir de hoje, será permanentemente objeto de monitorização, na expetativa de um breve retorno à normalidade da atividade do Centro Cultural de Belém.

Agradecemos a sua compreensão.


 



No tempo da história da cigarra e da formiga, cantar não era profissão. Cantava-se para ganhar a vida, nas vidas dos pobres. Mesmo assim, pobre que ela era, a Amália-Menina não foi como Cigarra que começou a ganhar-a-vida. Quem assim canta tão bem, ensina a cantar também. Por isso vimos nós, para cantar Mourarias e Casas da Mariquinhas e a Formiga Bossa Nova que também quis ser Cigarra. Por isso aqui estamos as três: uma Amália-Catarina, uma Amália- -Celina e uma Sara, Amália também. Por isso aqui estão vocês: para aprender as cantigas daquela Amália, que foi menina bordadeira e mulher fadista. Tão bem que ela cantava!

 

Interpretes Catarina Moura (voz), Celina da Piedade (voz e acordeon), Sara Vidal (voz e harpa) e Ricardo Silva (guitarra portuguesa)

Encenação/dramaturgia José Rui Martins, a partir da biografia “Amália”, de Vítor Pavão dos Santos 

Consultoria musical Amélia Muge

Seleção de poemas e adaptação musical* Amélia Muge, Catarina Moura, Celina da Piedade, José Martins, Ricardo Silva e Sara Vidal (a partir dos poemas de Amália Rodrigues e cancioneiro tradicional português)

Ilustração e animação Cátia Vidinhas

Vídeo Eduardo Pinto e Luís Pedro Madeira

Figurinos Cláudia Ribeiro

Produção executiva Tarrafo - Associação Cultural

Coprodutores CCB/Fábrica das Artes, Teatro Viriato e Cine-Teatro Louletano

 

Agradecimentos à Escola da Noite-Teatro da Cerca de São Bernardo e Lameirinho  

 

Uma encomenda CCB/Fábrica das Artes

 

* temas “Quero cantar para a lua” e “Tenho dois corações”, Amália Rodrigues/José Mário Branco; “Cabra Cabrita” e “Bicho de Conta”, Amália Rodrigues/Amélia Muge e “ Formiga Bossa Nova”, Alexandre O’Neill/ Alain Oulman


11 a 13 março, 10h30 (3 aos 5 anos) e 14h30 (1º ciclo)

14 e 15 março, 11h30 e 15h30 (M/3 anos)

Espaço Fábrica das Artes
M/3 anos
45 minutos
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