Ciclo Pharmácia Amália

Assim devera eu ser

Catarina Moura, Celina da Piedade e Sara Vidal

CCB

Assim devera eu ser ©Cátia Vidinhas

No tempo da história da cigarra e da formiga, cantar não era profissão. Cantava-se para ganhar a vida, nas vidas dos pobres. Mesmo assim, pobre que ela era, a Amália-Menina não foi como Cigarra que começou a ganhar-a-vida. Quem assim canta tão bem, ensina a cantar também. Por isso vimos nós, para cantar Mourarias e Casas da Mariquinhas e a Formiga Bossa Nova que também quis ser Cigarra. Por isso aqui estamos as três: uma Amália-Catarina, uma Amália- -Celina e uma Sara, Amália também. Por isso aqui estão vocês: para aprender as cantigas daquela Amália, que foi menina bordadeira e mulher fadista. Tão bem que ela cantava!

 

Cocriação e interpretação Catarina Moura, Celina da Piedade e Sara Vidal

Guitarra Rircardo Silva

Consultoria musical Amélia Muge

Ilustração e animação Cátia Vidinhas

Coprodução CCB/Fábrica das Artes, Teatro Viriato e Cine-Teatro Louletano

 

Uma encomenda CCB/Fábrica das Artes


11 a 13 março, 10h30 (3 aos 5 anos) e 14h30 (1º ciclo)

14 e 15 março, 11h30 e 15h30 (M/3 anos)

Espaço Fábrica das Artes
M/3 anos
45 minutos
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