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B14 - Sete Lágrimas

Quantas sabedes amar amigo

Sete Lágrimas

Sete Lágrimas

Nesta "viagem pela música e pela literatura trovadorescas do todos os tempos" começamos no século XIII e terminamos no século XXI. A tradição trovadoresca declinou depois da morte de D. Dinis e quase se extinguiu após 1350, estando então a aristocracia mais interessada numa identidade cultural erudita, mas nos séculos XV e XVI esta ideia de construção trovadoresca subsiste numa lírica de carácter popular, na Península Ibérica, nos textos (na sua maioria anónimos) dos vilancicos – bem como na tradição do alaudista / compositor / cantor – e mais tarde (até ao século XIX) na sua relação de torna-viagem com o Novo Mundo. No século XX (continuando para o século XXI) há uma nova vitalidade da lógica trovadoresca com os cantautores que se acompanhavam à guitarra... São estes os "portos" da viagem propostos pelos Sete Lágrimas


Quantas sabedes amar amigo

Martim Codax Ai Deus, se sab'ora meu amigo
D. Dinis Non sei como me salv'a mia senhor
Martim Codax Quantas sabedes amar amigo; Mandad'hei comigo
Juan Ruiz Mis ojos non verán luz
Vilancico Anónimo Ay luna que reluces
Filipe Faria e Sérgio Peixoto Ay que biviendo no byvo, sobre texto do vilancico anónimo
Vilancico Anónimo Minina dos olhos verdes
Filipe Faria e Sérgio Peixoto Mis arreos son la armas, sobre texto do vilancico anónimo
Villancico Anónimo Díme robadora
Lundum Menina você que tem
José Afonso Dorme meu menino
Márcia A pele que há em mim


Sete Lágrimas
Filipe Faria voz 
Sérgio Peixoto voz 
Pedro Castro flautas, charamela, gaita de foles, oboé barroco
Tiago Matias alaúde, vihuela, guitarra barroca e tiorba
Mário Franco contrabaixo
Rui Silva percussão histórica



Produção | CCB


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29 abril 2017 | 18:00

Sala Luís de Freitas Branco
M/6
Sem lugares marcados
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