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Dias da Música em Belém: Festival Jovem

A3 - Danças Macabras

Orquestra Sinfónica Ensemble

Orquestra Sinfónica Ensemble © Nuno Costa

Orquestra Sinfónica Ensemble © Nuno Costa

Cesário Costa ©Ricardo Meireles

Raúl da Costa

Raquel Queirós

Cesário Costa direção musical
Raúl da Costa piano
Raquel Queirós violino
Orquestra Sinfónica Ensemble

Modest Mussorgski (1839-1881) Uma Noite no Monte Calvo
Franz Liszt (1811-1886) Totentanz
Camille Saint-Säens (1835-1921) Dança Macabra, op. 40

O poema sinfónico Uma Noite no Monte Calvo, composto em 1867, aborda a temática de um ritual de bruxas em vésperas do dia de S. João e é provavelmente inspirado na literatura russa que retratava este ritual. Balakirev recusou-se a dirigir a obra, o que levou o compositor a desistir da sua apresentação. Após a morte de Mussorgski, Rimsky-Kórsakov criou a sua própria versão. A versão original só veio a ser estreada em 1932.
Liszt compôs Totentanz  entre 1838 e 1849. Existem várias opiniões quanto ao que o terá inspirado. Alguns afirmam que foi motivado pelo fresco do séc. XIV – The Triumph of Death – que viu na cidade de Pisa, outros pela série de ilustrações The Dance of Death, de Hans Holbein. A base temática para a música de Totentanz é o Dies irae, também usado por Berlioz na sua Symphonie Fantastique e que Rachmaninoff iria empregar muitas vezes anos depois.
A Dança Macabra, originalmente composta para voz e piano em 1872, foi depois adaptada para orquestra, tendo estreado em Paris em 1875. Este poema sinfónico, inspirado na universalidade da morte, retrata a lenda medieval em que, na noite de Halloween, a Morte acorda os mortos para dançarem ao som do seu violino até amanhecer. 
                                                                                                                                                                                        

Produção | CCB


 


     

21 abril 2018 | 17:00

M/6
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