Conferência Ulisses | 2018


Democracia Europeia: uma ideia cujo tempo chegou?
Comissário: Rui Tavares, historiador


«Há uma coisa mais forte do que a força de todos os exércitos do mundo: uma ideia cujo tempo chegou.»
A
tribuído a Victor Hugo

Consulte aqui os oradores dos painéis.


 

Assegure o seu lugar. Levante o ingresso na bilheteira do CCB, a partir de dia 27 de março, terça-feira.
Pode ainda reservar o seu lugar através do telefone (+351) 213612627 ou para o e-mail bilheteiraccb@ccb.pt e levantar o bilhete no próprio dia. Solicitamos que na sua reserva nos informe a que painéis gostaria de assistir.
A entrada nas Mesas Redondas pressupõe um bilhete válido para o dia e será efetuada por ordem de chegada.

Entrada gratuita sujeita à lotação das salas.

As conferências no Grande Auditório terão tradução simultânea de inglês para português e de português para inglês.



As Conferências Ulisses destinam-se a fazer de Lisboa uma capital produtora de reflexão que marque a agenda europeia e global de acordo com os valores associados à figura do fundador mítico da cidade: a aventura, a amizade, a errância, a hospitalidade e o diálogo. Questões de direitos humanos, em particular dos refugiados e dos apátridas, questões da globalização e do cosmopolitismo, questões da União Europeia e dos seus estados-membros estarão entre os núcleos temáticos principais das abordagens das Conferências Ulisses. Estas destinar-se-ão a um público misto, especialista e generalista, das artes e das ciências, apenas observador ou participante, contando com oradores consagrados e com jovens entusiastas. Ao contrário de outros ciclos de conferências realizados em solo nacional, a ideia não é trazer para Portugal o pensamento que se faz lá fora, mas irradiar a partir de Portugal pensamento de relevância global. Para garantir que o produto da reflexão criada em torno das Conferências Ulisses não se esgota após o encerramento de cada edição, é nosso objetivo estimular a criação e edição de material escrito ou audiovisual que prolongue a memória da conferência, e criar um concurso de ensaios aberto a jovens que prolongue as reflexões das Conferências Ulisses por novas gerações.

O tema do ano 2018
Para a primeira edição das Conferências Ulisses, propomos para 7 e 8 de abril de 2018 uma conferência internacional sobre «Democracia Europeia: uma ideia cujo tempo chegou?». O tópico justifica-se pelo lançamento em simultâneo de diversos processos de reflexão sobre o futuro da União Europeia: o processo do Livro Branco sobre o futuro da UE, lançado pela Comissão Europeia nas comemorações do Tratado de Roma em março de 2017; o Processo de Bratislava, lançado pelo Conselho Europeu na sequência do referendo do Brexit no Reino Unido; e o processo das «Convenções democráticas da UE», sugerido pelo Presidente de França Emmanuel Macron em discursos recentes em Atenas e Paris, prometido para o primeiro semestre de 2018 e que não parece ter um formato fixo. A realização de uma Conferência Ulisses dedicada ao tema da reforma da União Europeia tem assim a dupla vantagem de permitir uma participação portuguesa num debate que se arrisca a ser feito sem nós, ao mesmo tempo em que se convocam para o debate alguns dos mais importantes intelectuais públicos europeus para dar mais amplitude e ousadia aos processos lançados pelos decisores políticos e pelas instituições comunitárias. 
Após mais de dez anos de várias crises — a recusa do Tratado Constitucional Europeu pelos eleitores franceses e holandeses foi em 2005, logo sucedida pela crise financeira em 2007-8, a crise do euro em 2010-11, e a chamada «crise dos refugiados» a partir de 2015 — é chegada a União Europeia a um momento decisivo: com os seus estados-membros, ela é um «clube de democracias», mas só com os seus cidadãos a UE se tornará numa verdadeira Democracia Europeia. Se falhar nesse desígnio, a UE pode muito bem desaproveitar o atual momento de respiração e repensamento e cair de novo numa crise existencial que se arriscaria a ser a sua derradeira.
A questão da criação de uma Democracia Europeia é, no entanto, profundamente difícil. Séculos de filósofos, escritores e visionários, de Erasmo de Roterdão a Kant e a Victor Hugo, sonharam com os fundamentos de uma república europeia, uma federação de estados pacíficos ou uma utopia cosmopolita e, no último caso, uns Estados Unidos da Europa, a tal ideia «mais forte que os exércitos» no momento em que «o seu tempo» tivesse chegado. Mas o que é uma democracia? Quando sabemos que deixámos de ser uma democracia ou que passámos a ser uma? Ou será impossível, como afirmam alguns, construir uma democracia para lá das fronteiras do estado-nação? Se há momento para fazer essa discussão que pode salvar o projeto europeu, é agora, após dois anos em que a vaga nacional-populista parecia ir submergir qualquer esperança de cooperação internacional e em que uma contra-vaga em França e na Alemanha pareceu deixar todos os europeus à espera de uma reforma e na disposição de dar mais uma oportunidade à UE. Essa oportunidade teremos de ser nós, os cidadãos europeus e de todo o mundo preocupados com a causa da paz e dos direitos humanos e empenhados em entender e moldar o processo de globalização para corrigir os seus vícios e injustiças.

A estrutura 
Os dois dias de debates serão organizados de forma a permitir a interação entre os especialistas ou oradores consagrados e o público generalista ou os jovens entusiastas. Em cada um dos dois dias, duas sessões plenárias num auditório grande, onde será dada palavra a alguns dos pensadores nacionais e estrangeiros que mais têm refletido sobre o projeto europeu, acompanhados pela intervenção de artistas, escritores ou políticos que resgatem a discussão do risco de se tornar demasiado técnica. Intercalando as sessões plenárias, teremos mesas redondas centradas principalmente na participação jovem, e em que os especialistas e convidados estrangeiros terão principalmente um papel de catalisadores do debate. Os jovens que participam nestas mesas redondas serão escolhidos através de um concurso de ensaios curtos a realizar entre janeiro e março de 2018, e deles será também a missão de atuarem como relatores das sessões plenárias e prepararem uma publicação (em jornal e/ou website) com as conclusões da conferência, a lançar um mês depois da realização desta, no Dia da Europa, a 9 de maio de 2018. Do trabalho realizado nas sessões plenárias sairá o esboço de uma Carta 2020 com os vinte exemplos de bens públicos que a UE deverá garantir até ao fim da década de 2020 (nos domínios dos direitos cívicos e políticos, sociais, ambientais e económicos).



+ Oradores | Biografias


Alberto Alemanno
Um jurista e advogado de interesse público, é especialista em regulação de risco, saúde pública, direitos do consumidor e política alimentar. Professor da Cátedra Jean Monnet de Direito e Regulamentação da União Europeia, é o diretor científico da EU Public Interest Law Clinic na HEC Paris e na Faculdade de Direito da Universidade de Nova Iorque. Fundador e CEO da eLabEurope, é também o cofundador do The Good Lobby, uma plataforma de partilha de competências entre advogados, académicos e outros juristas com ONGs e grupos da sociedade civil que precisam de apoio e aconselhamento.
 
Carlos Moedas
Comissário Europeu para a Investigação, Inovação e Ciência. Economista e engenheiro civil de formação, foi eleito deputado ao parlamento português em 2011 e exerceu funções enquanto Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro português até 2014, tendo a seu cargo a gestão e coordenação governamental do programa de ajustamento financeiro e económico em Portugal.

Grégoire Mallard
Sociólogo, especialista em governação europeia e Médio Oriente, tratados nucleares e negociações financeiras no pós-guerra, nomeadamente a gestão da divida soberana. Autor de propostas para a reforma democrática da União Europeia, foi professor na Universidade Northwestern e atualmente leciona Antropologia e Sociologia no Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais de Genebra. 

Inês Domingos
Economista, deputada à Assembleia da República no grupo parlamentar do Partido Social-Democrata. Professora na Universidade Católica de Lisboa, é também gestora de uma empresa de consultoria e pesquisa económica que fundou em Lisboa. Licenciada em Economia pela Université Catholique de Louvain e mestre em Economia pelo University College London, trabalhou anteriormente na Morgan Stanley e na Goldman Sachs em Londres.

Jan-Werner Mueller
Professor de Política na Universidade de Princeton, autor de What Is Populism?. Membro da Escola de Estudos Históricos do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, leciona também no Instituto de Ciências Humanas de Viena, na Universidade de Nova Iorque, na Universidade de Harvard e no Centro de Estudos Avançados Robert Schuman do Instituto Universitário Europeu. É o cofundador do Colégio Europeu de Artes Liberais (ECLA) em Berlim, o primeiro colégio particular de artes liberais de língua inglesa da Alemanha, para o qual contribuiu enquanto diretor de investigação.

João Menezes-Ferreira
Diplomata, chefe da delegação nacional nos Comités de Redação do Tratado de Adesão de Portugal às Comunidades Europeias e do Tratado de Lisboa, em 1985 e 2007, respetivamente. Advogado e professor universitário, foi ainda deputado à Assembleia da República, onde foi relator da proposta de resolução que aprovou a ratificação do Tratado de Maastricht. Um crítico musical, exerceu funções como  presidente da SOMA-Associação Antiproibicionista, que promoveu a atual legislação de descriminalização do consumo de drogas em Portugal.

Kim Lane Scheppele
Professora Laurance S. Rockefeller de Sociologia e Assuntos Internacionais na Escola Woodrow Wilson e no Centro Universitário para os Valores Humanos da Universidade de Princeton, o seu trabalho centra-se na interseção do direito constitucional e internacional, particularmente nos sistemas constitucionais sob pressão. Também professora da Faculdade de Direito da Universidade da Pensilvânia, é uma especialista em regimes autoritários, tendo-se destacado no acompanhamento da situação do Estado de Direito na Hungria e na Polônia.
 
Margarida Marques
Vice-Presidente da Comissão de Assuntos Europeus do parlamento português, ex-secretária de estado dos Assuntos Europeus. Formada em Matemática e Ciências da Educação, foi eleita deputada pela primeira vez 1983, tendo ingressado os quadros da Comissão Europeia em 1994. Foi a chefe da Representação da Comissão Europeia em Lisboa entre 2005 e 2011, tendo sido professora convidada do ISCTE-IUL, da Universidade Autónoma de Lisboa e da Universidade Nova de Lisboa.

Martin Schulz
Antigo Presidente do Parlamento Europeu e membro do Bundestag desde 2017. Eurodeputado entre 1994 a 2017, onde foi Vice-Presidente do Subcomité de Direitos Humanos e liderou a Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas entre 2004 a 2012. Um antigo livreiro, é o ex-secretário-geral do Partido Social-Democrata da Alemanha e foi o candidato do Partido dos Socialistas Europeus à presidência da Comissão Europeia nas eleições europeias de 2014.


Mário Centeno
Ministro das Finanças de Portugal, presidente do Conselho de Governadores do Mecanismo Europeu de Estabilidade e Presidente do Eurogrupo. Foi economista do Banco de Portugal e diretor-adjunto do Departamento de Estudos Económicos, de 2004 a 2013, período em que foi também membro do Comité de Política Económica da Comissão Europeia. Professor catedrático da Universidade de Lisboa, foi eleito deputado à Assembleia da República em 2015.

Mariana Mortágua
Economista, vice-presidente do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda na Assembleia da República. Tendo-se destacado enquanto vice-presidente da Comissão de Inquérito ao Banco Espírito Santo no parlamento, foi coordenadora do seu grupo parlamentar nas comissões de inquérito aos contratos de SWAPS por empresas públicas e à venda e resolução do BANIF. Foi também coordenadora do grupo do Bloco de Esquerda na comissão parlamentar Economia e Obras Públicas, assumindo atualmente esse papel na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa. Exerceu funções enquanto professora e investigadora universitária e é autora de vários livros sobre as causas e consequências da crises das dividas soberanas em Portugal e na Europa.


Miguel Poiares Maduro
Diretor da Escola de Governação Transnacional do Instituto Universitário Europeu. Antigo Ministro-Adjunto e do Desenvolvimento Regional do Governo de Portugal, exerceu funções de Advogado-Geral no Tribunal Europeu de Justiça de 2003 a 2009. Jurista, com especialização em Direito Constitucional e Direito Europeu, é também Professor Convidado do Colégio da Europa.

Mónica Ferro
Diretora Regional para o Fundo da População das Nações Unidas. Deputada ao parlamento português até 2015, foi Vice-Presidente do Fórum Europeu de Parlamentares para a População e Desenvolvimento. Ex-secretária de Estado da Defesa, foi professora de relações internacionais na Universidade de Lisboa, comentadora política na comunicação social portuguesa e conselheira do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
 
Paul Mason
Jornalista freelancer e comentador político, especializado em assuntos económicos. Foi o Editor de Cultura e Editor Digital da Channel 4 News, tornando-se o Editor de Economia de 2014 a 2016, cargo que anteriormente deteve na BBC Two. É autor de vários livros e professor na Universidade de Wolverhampton.

Rui Tavares
Historiador, investigador no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa e Comissário da Conferência Ulisses. Deputado ao Parlamento Europeu entre 2009 e 2014, foi relator parlamentar para as questões dos refugiados e para a situação de direitos fundamentais na Hungria durante esse mandato. Comentador político, é autor de livros sobre história cultural e política de Portugal, história e teoria da União Europeia, com destaque para A Ironia do Projeto Europeu.

Turkuler Isiksel
Politóloga, autora de The Functional Constitution of the EU. Professora na Universidade de Columbia em Nova Iorque, tem-se dedicado à teoria política contemporânea, especialmente às formas como os conceitos adaptados ao Estado-nação se aplicam a instituições que exercem o poder político além desse contexto, como organizações regionais ou tribunais transnacionais.

Viriato Soromenho-Marques

Professor catedrático de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Especializado em Filosofia Social e Politica e Filosofia da Natureza e do Ambiente, colabora regularmente em vários órgãos de comunicação social portugueses, sendo membro do Conselho Científico da Revista National Geographic, Presidente da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza entre 1992 e 1995, é membro do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável desde 1989.


 

 

 

+ Programação | 7 abril e 8 abril


Dia 7 abril

14:30 – 16:301.º Painel. Democracia Grande Auditório
 Carlos Moedas, Kim Lane Scheppele, Margarida Marques, Miguel Poiares Maduro, Turkuler Isiksel
Moderador: Manuel Meneses

17:30 – 19:00Mesas Redondas

Mesa 1Direitos e Democracia - Sala Luís de Freitas Branco

Constança Urbano de Sousa, Mamadou Ba, Paula Teixeira da Cruz, Rui Tavares, Teresa Anjinho
Moderadora: São José Almeida (Grande Repórter Público)

Mesa 2Sociedade e Bem Estar - Sala Almada Negreiros

Adolfo Mesquita Nunes, Joacine Katar Moreira, Miguel Fontes
Moderador: Manuel Carvalho (Grande Repórter Público)

Mesa 3Conhecimento e Cultura - Sala Maria Helena Vieira da Silva

Erika Kiss, Nuno Artur Silva, Pedro Penim, Tiago Bartolomeu Costa
Moderador: Pedro Esteves (Editor Multimédia Público)
(esta mesa redonda decorrerá em inglês)

Mesa 4 – Educação e Ciência - Sala Sophia de Mello Breyner Andresen

Ana Rita Bessa, David Marçal, Maria Fernanda Rollo, Patrícia Gonçalves, Olga Pombo
Moderadora: Teresa Firmino (Editora Ciência Público)

21:00 – 23:002.º Painel. Economia e Sociedade Grande Auditório

Grégoire Mallard, Inês Domingos, Mariana Mortágua, Paul Mason
Moderador: José Pedro Frazão



Dia 8 abril

10:30 – 12:303.º Painel. Direitos Humanos e AmbientaisGrande Auditório
Alberto Alemanno, João de Menezes-Ferreira, Mónica Ferro, Viriato Soromenho Marques
Moderador: Ricardo Alexandre

14:00 – 15:30Mesas Redondas

Mesa 5 Ambiente e Planeta - Sala Luís de Freitas Branco
 Carlos MGL Teixeira, Francisco Ferreira, João Seixas, Júlia Seixas
Moderadora: Lurdes Ferreira (Editora Executiva Público)

Mesa 6Globalização - Sala Almada Negreiros
Diogo Feio, João Duarte Albuquerque, Rubina Berardo, Sofia Colares Alves
Moderador: Manuel Carvalho (Redator Principal Público)

Mesa 7Segurança e Defesa - Sala Maria Helena Vieira da Silva
Álvaro de Vasconcelos, Ana Gomes, Bernardo Pires de Lima, Pedro Roque, Ricardo Borges de Castro
Moderadora: Clara Barata (Subeditora Mundo Público)

Mesa 8 - Ulisses - Sala Sophia de Mello Breyner Andresen
 José Pedro Serra, Lídia Fernandes, Luís de Matos, Rui Tavares
Moderador: Nuno Pacheco (Redator Principal Público)

16:00 – 18:004.º Painel. O Futuro da Europa- Grande Auditório
 Jan-Werner Müller, Mário Centeno, Martin Schulz, Rui Tavares
Moderador: José Manuel Rosendo

+ Concurso Jovem


Fecharam no dia 18 de março as candidaturas ao Concurso Jovem da CONFERÊNCIA ULISSES, 2018 – Escreve o teu futuro.
O CCB agradece aos 74 jovens que nos enviaram os seus ensaios. Vamos agora fazer a seleção e muito em breve entraremos em contato.
Independentemente do resultado da seleção, queremos desde já convidar todos os participantes a assistir aos vários painéis e mesas redondas da Conferência Ulisses, a acontecer nos próximos dias 7 e 8 de Abril, no Centro Cultural de Belém.

Escreve o teu futuroSeleção de jovens para participar na Conferência Ulisses 2018
Democracia Europeia: uma ideia cujo tempo chegou?

Victor Hugo disse uma vez «há uma força mais forte do que a força de todos os exércitos do mundo: é a força de uma ideia cujo tempo chegou.» O desafio que te lançamos é este. Dá-nos a tua ideia cujo tempo chegou. No quadro da Conferência Ulisses 2018 sobre democracia europeia, 15 a 25 jovens serão selecionados através de um concurso de ensaios escritos ou gravados para ajudar a moldar o debate sobre a Europa e o seu futuro no mundo. 
 
Os jovens participantes neste concurso terão um papel ativo no desenrolar das discussões e na redação de um jornal sobre as consequências da conferência no dia da Europa, 9 de maio de 2018. Os ensaios selecionados, em texto, áudio ou vídeo, serão premiados um Cartão CCB Jovem  e uma viagem a Bruxelas nos dias 3, 4 e 5 de maio, para visita às instituições europeias, com deslocação e estadia pagas pela Comissão Europeia. Os dois ensaios mais originais serão premiados com dois passes interrails, gentilmente oferecidos pela CP Comboios de Portugal.  
 
 
De entre os ensaios enviados escolheremos a melhor seleção de qualidade e diversidade que for possível. Se necessário tentaremos equilibrar essa escolha em termos de género, residência e área de estudos ou de trabalho, na intenção de obter um grupo plural e de qualidade. Será garantida a estadia e o reembolso dos custos de deslocação dos participantes selecionados oriundos de fora da Área Metropolitana de Lisboa. 
 
Os ensaios que não forem escolhidos serão preservados e os seus autores poderão vir a ser convidados mais tarde para outras iniciativas semelhantes. Serão também convidados a participar na Conferência Ulisses 2018 e na redação das conclusões da conferência. 
 

Os resultados serão divulgados até 28 de março. Mais informações ou esclarecimentos em www.ccb.pt  ou através de conferenciaulisses18@ccb.pt

 
Assista aqui aos depoimentos de alguns finalistas do consurso jovem




Jovens selecionados

André Camilo, 20 anos, Ponta Delgada
Beatriz Silva, 18 anos, Lisboa
Carlos Teixeira, 23 anos, Tavira
Christopher Marques, 25 anos, Lisboa
Débora Soares, 23 anos, Lisboa
Flávia Cabaço, 22 anos, Torres Novas
Hugo Dantas, 26 anos, Seixal
João Campos, 20 anos, Lagos
João Coutinho, 17 anos, Valongo
João Gomes, 21 anos, Matosinhos
João Pedro Silva, 19 anos, Abrantes
João Diogo Barbosa, 21 anos, Vila Nova de Famalicão
Jorge Félix Cardoso, 22 anos, Vila Nova de Gaia
José Limão, 24 anos, Oeiras
Leya da Fonseca, 26 anos, Almada
Luís Ermida, 22 anos, Palmela
Maria Alice dos Santos, 19 anos, Caldas da Rainha
Maria Carreira, 18 anos, Lisboa
Maria Loureiro, 21 anos, Vila Nova de Gaia
Miguel Mauritti, 18 anos, Loures
Miguel Monteiro, 25 anos, Cascais
Nair Baptista, 21 anos, Mafra
Rafael Gonçalves, 29 anos, Lisboa
Rita Baião, 25 anos, Lisboa
Rodrigo Silva, 18 anos, Castelo Branco



 

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