Em 1923, um jovem e desconhecido poeta de nome Jorge Luis Borges (1899-1986) publicava o seu primeiro livro: Fervor de Buenos Aires. Nenhum escritor cantou, com tão apaixonada fulgurância, o fascínio da grande metrópole: “Suponho-a tão eterna como a água e o ar.”
Horacio Coppola (1906), que foi amigo de Borges, fotografou a cidade que o poeta cantou.
A palavra de um e as fotos do outro juntam-se agora numa exposição que evoca a contribuição de ambos para a “fundação mítica” de uma cidade incomparável.